QUEM RESGATA O PARCÃO?

Há um ano, escrevi aqui que o Parcão não poderia ser definitivamente marcado como reduto da extrema direita. Que haveria um jeito de reagir. Parece que não há mais nenhuma saída.
O Parcão é mais do que o espaço do reacionarismo. Os atos marcados pelo MBL contra Lula só vão reforçar uma tatuagem que muitos moradores do entorno do Parcão não merecem (e nem vou tratar aqui de ‘aristocracias’ e elites decadentes e novos ricos etc, porque aí a conversa é outra).
O Parcão que acolhe os Bolsonaros (quem diria) é agora um lugar sob o controle do MBL. Nem Doria Farinata Júnior aguenta mais o MBL em São Paulo. Mas o Parcão aguenta, aplaude e se submete às vontades do MBL.

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