Racistas e machistas

Que categoria da Alice Bastos Neves, no Jornal do Almoço da RBS, ao defender, ao lado de um machista (o técnico do Inter, Guto Ferreira), a presença de mais mulheres na cobertura do futebol e de todos os esportes.

O cara ouviu o sermão de Alice calado, depois de admitir que errou com a repórter Kelly Costa, que ele tentou desqualificar, ao vivo na TV, por ser mulher.

O Inter teve, exatamente antes do machista, um treinador (Antonio Carlos Zago) flagrado como racista quando jogador, que depois também se retratou. O agressor, nesses casos, geralmente é um bom pedidor de desculpas.

É impossível reunir tanta gente num estúdio, mas seria bom ver Alice dizendo coisa parecida na cara da parte racista da torcida do Grêmio, que decidiu vaiar a vítima, o goleiro Aranha, no recente jogo com a Ponte Preta (Aranha havia sido chamado de macaco, em 2014, por uma torcedora no estádio).

Aranha havia sido chamado de macaco, em 2014, por uma torcedora no estádio. Os racistas não se conformam que Aranha tenha reclamado.
Mais Alices e diversidade no futebol. E menos intolerantes e grosseiros metidos a engraçadinhos.

 

Veja aqui o vídeo com Alice e o arrependido.

http://globoesporte.globo.com/rs/videos/v/depois-de-resposta-em-coletiva-guto-se-desculpa-com-reporter/6018107/

 

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