Sozinho e abandonado

A Folha fez o que se espera do jornalismo. Foi ao local do crime na Bahia. A reportagem ainda é precária, pelo pouco tempo e circunstâncias, mas indica na direção da suspeita generalizada.
O miliciano Adriano da Nóbrega foi cercado e morto em pouco tempo. Não há nada que indique uma abordagem planejada com a intenção de forçá-lo a uma rendição.
Sergio Moro não incluiu Adriano na sua lista de bandidos procurados talvez porque soubesse que ele já havia sido localizado. Só faltava um grupo ir ao esconderijo e fazer o serviço.
Adriano era protetor e protegido da família Bolsonaro. Morreu sozinho, abandonado pelos antigos parceiros.
Mataram um homem solitário dentro da casa de um sítio no meio do mato. Não há nem mesmo uma vaca como testemunha.

https://www1.folha.uol.com.br/poder/2020/02/cenario-de-fuga-e-morte-de-miliciano-ligado-a-flavio-traz-duvidas-sobre-apoios-e-acao-policial.shtml

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