OS ‘SOMBRAS’ DE MACRI E BOLSONARO

Os argentinos já sabem quem era o servidor que fazia a ponte entre Mauricio Macri e os seus arapongas encarregados de perseguir adversários políticos. Era Dario Nieto, secretário particular de Macri, o Sombra, ao seu lado na foto. Esta semana, os promotores Cecilia Incardona e Santiago Eyerhabide pediram ao juiz federal Juan Pablo Auge que

MENDONÇA ESTÁ SENTADO NA BOMBA DA SEOPI

Há desfechos previsíveis para o caso dos arapongas que bisbilhotaram servidores considerados perigosos militantes antifascistas pela Secretaria de Operações Integradas (Seopi). A primeira previsão é esta. A tentativa do Supremo de enquadrar a Seopi, a partir da suspeita de atividades ilegais e antidemocráticas, como observou a ministra Cármen Lúcia, pode fracassar. O ministro André Mendonça,

MORO NÃO QUIS SER ARAPONGA DE BOLSONARO

Sergio Moro escapou de várias bombas no governo Bolsonaro, ao sentir que o sujeito queria usá-lo para fazer o serviço sujo. Iriam estourar bombas na Polícia Federal e na recém descoberta Secretaria de Operações Integradas (Seopi), todas no colo de Moro. As revelações do jornalista Rubens Valente, do UOL, vão aos poucos desvendando o que

CONGRESSO PODE SABER O QUE OS ARAPONGAS DE BOLSONARO ANDAM FAZENDO

Se olharmos com atenção para as investigações que acontecem agora na Argentina, teremos alguns sinais de semelhanças – que não ocorrem por acaso – com as atuais suspeitas de ilegalidades no Brasil na área da arapongagem. Autoridades argentinas andam atrás de um personagem do esquema clandestino de espionagem montado por Maurício Macri, para que conte

O JORNALISTA DELATADO E O JUIZ AFASTADO

Luis Majul (foto à esquerda) é um dos grandes nomes do jornalismo de direita na Argentina. Na outra foto está o juiz Federico Villena, que já mandou prender 22 envolvidos em espionagem contra adversários políticos no governo de Mauricio Macri. Pois Majul é um dos apontados como destinatários de informações dos espiões. E o juiz

OS ESPIÕES MILICIANOS DE MACRI

É maior do que parecia a estrutura de arapongas que Maurício Macri manteve durante seu governo. Descobriu-se agora que, com autorização do presidnete, a espionagem (criada para seguir Cristina Kirchner, jornalistas, senadores, deputados e sindicalistas) teve acesso a armas da Agencia Federal de Inteligência (AFI). No final do governo, foram ‘vendidas’ a preços simbólicos a

A INFORMANTE DE MACRI

Os espiões que seguiam Cristina Kirchner, no esquema de arapongagem montado dentro do governo de Mauricio Macri, grampeavam os próprios parceiros. E admitiam nas conversas entre eles que o grupo se chamava Super Mario Bros. Hoje, o jornal Pagina 12 divulga conversas entre chefes dos espiões que tinham a missão de seguir Cristina Kirchner, jornalistas,