A desintegração da extrema direita ressuscita até Joaquim Barbosa

Joaquim Barbosa, quem se lembra? Foi percussionista de Moraes Moreira? Jogou de lateral no Palmeiras? Era jurado do Flávio Cavalcanti? Pois é, o tempo passa e, com Flávio Bolsonaro na sarjeta, até Joaquim Barbosa ressuscita. Filiou-se esses dias ao partido Democracia Cristã e já é pré-candidato a presidente. Mas tem um problema. O candidato natural

O maquiador que fala o que Michelle e toda a direita pensam de Flávio

Os recados dos donos dos partidos da direita, Valdemar Costa Neto, Gilberto Kassab, Ciro Nogueira e Antonio Rueda, só confundem e não ajudam a entender o que se passa no entorno de possíveis aliados vacilantes de Flávio Bolsonaro. Não ouçam essas figuras, porque elas só enrolam e pensam no negócio que vai surgir mais adiante.

O triste fim da direita engolida pelo bolsonarismo

Eduardo Leite fumou bolsonarismo em 2018, quando se elegeu governador do Rio Grande do Sul pelo PSDB. Fumou durante a campanha e quase ficou dependente do bolsonarismo quando começou a tragá-lo, ao montar seu primeiro governo com nomes e o suporte de gente de Bolsonaro. Foi um bolsonarista agregado, mesmo que tenha dito que apoiava

Estadão faz chamada de capa machista para tentar apresentar o Flávio ‘feminino’

O Estadão se joga inteiro na campanha do filho ungido e faz uma sugestão em chamada de capa para artigo de Raquel Landim: “E se Flávio Bolsonaro tivesse um Paulo Guedes de saias?” Tentam tirar do bolsonarismo a imagem ligada a machismo e homofobia. Começaram tentando apresentá-lo como moderado e agora preparam um líder de

Flávio, o mais novo moderado, e seu ajudador Tarcísio

Flávio Bolsonaro pode ser o mais novo fenômeno da extrema direita, pela capacidade de passar mensagens enviesadas e de obter resultados surpreendentes das bases que sustentam o bolsonarismo e das figuras que o esnobavam e podem se engajar ao seu plano para 2026. Flávio anunciou-se o ungido pelo pai, logo depois admitiu que poderia ser

Folha diz que, se não der com Tarcísio, MBL tem alternativa para enfrentar Lula

É um texto tão fora da casinha que a Folha poderia ter escrito, antes da reportagem sobre os candidatos para 2026, que é verdade o ‘bilete’ que o jornal apresenta aos seus leitores sobre um nome do MBL entre as alternativas. Acreditem, a Folha informa o seguinte na manchete e na linha de apoio: “Terceira

Todos os mortos do bolsonarismo

A unção de Flávio expôs o maior drama pessoal e político de Bolsonaro. O chefe da organização criminosa não tem com quem contar como a sua criatura, mesmo que finja que o filho poderá salvar o bolsonarismo e levar adiante sua herança. Há um déficit de futuro para Bolsonaro. Quem do bolsonarismo autêntico se salva

Flávio Bolsonaro, suas ideias e sua fantástica loja de chocolate

A Faria Lima, que hoje tem conexões mais sólidas com o crime organizado do que com o liberalismo financeiro, vem conversando com Flávio Bolsonaro, o ungido pelo chefe da organização criminosa. Os jornais resumem as conversas assim: Flávio promete que será um presidente atento à questão fiscal, sem sanha arrecadatória. É o que quase todos

Flávio quer ser o candidato de Deus, que estará ocupado com o Brasil na Copa

Flávio Bolsonaro, escolhido pelo pai e por Deus para enfrentar Lula em 2026, parece o jogador crente na hora de bater o pênalti: “Eu me coloco diante de Deus e diante do Brasil para cumprir essa missão. E sei que Ele irá à frente, abrindo portas, derrubando muralhas e guiando cada passo dessa jornada”. Pelo

Sóstenes será apresentado aos marcianos como líder da direita

A extrema direita brasileira desmoralizou até a história do marciano que chega à Terra e pede que o levem ao líder. No Brasil, o marciano chegaria com uma curiosidade e pediria para ser levado ao líder do bolsonarismo, e Nikolas Ferreira o encaminharia a Sóstenes Cavalcante. Não há líderes nem no bolsonarismo nem na velha