O plano é a destruição do meio ambiente, não é negacionismo

Escrevo pensando no presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, professor Renato Janine Ribeiro, e na contribuição que ele e a SBPC podem dar à contenção de um equívoco que se repete por toda parte. Não é negacionismo a praga que infesta o Rio Grande do Sul em meio à tragédia que destruiu

Extrema direita pisoteia os mortos da catástrofe

Lula tem meio século de intuição política, com sabedoria de sobra para saber que a extrema direita continuará pisoteando os cadáveres dos gaúchos para tentar reconstruir suas trincheiras políticas. O fascismo usará a tragédia no Rio Grande do Sul como atalho para se recuperar da derrota na eleição, do fracasso do golpe e da fragilização

É estranho ver grandes empresas pedindo dinheiro para as vítimas da tragédia

Grandes empresários, que se apresentam como heróis e são aplaudidos pela extrema direita, são na verdade alguns dos grandes estelionatários do sentimento de solidariedade em meio à tragédia. Alguns milionários que induzem clientes a doarem o ‘troco’, que seria depois repassado aos gaúchos, não deveriam assumir essa tarefa, que é do setor público e de

A arapuca que a direita gaúcha gostaria de armar para Lula

É romântica, altruísta e algumas vezes oportunista a conversa de que a tragédia que destrói o Rio Grande do Sul pode unir os diferentes na polarizada política brasileira. Mas que diferentes? O jornal Le Monde, com a desculpa do distanciamento francês, fomentou essa ideia entre as esquerdas e ganhou até manchete no Brasil. A direita

A extrema direita viciada em PIX age até em catástrofes

Admito que demorei a acreditar que o coronel Zucco, deputado federal gaúcho que presidiu a farsa da CPI do MST, estaria pedindo PIX para uma organização de extrema direita de Goiás. O dinheiro seria usado pelos donos dessa facção bolsonarista para ajudar a salvar vidas no Rio Grande do Sul. O deputado não deve confiar

Um Estado devastado sob o desgoverno do entreguismo

Os desastres que estão destruindo vidas e comovendo os gaúchos são agravados pelos desastres políticos representados pelos governos do Estado e de Porto Alegre. Ah, mas não é hora de falar disso. É a hora, sim. Os desastres começam com as gestões medíocres e entreguistas do Estado e da cidade. Falem com os bravos servidores