E se Trump fizer concessões ao Brasil e logo depois atacar a Venezuela?

Lula está numa fase boa, mas situações desconfortáveis para o governo e para a esquerda também devem ser imaginadas. Imaginem esse cenário: Trump tira alguns bodes da sala na próxima conversa com Lula, contempla demandas importantes do Brasil e anuncia que a química com o brasileiro aumentou. E logo depois invade a Venezuela. Não é

Lula tira Trump do tédio das mesmas conversas

Trump nunca disse a Putin e Zelensky o que agora diz a Lula, apesar de ter sentimentos semelhantes em relação aos dois. Lula entra em outro departamento dos afetos do americano, porque lhe oferece novas pautas, novas brigas e a possibilidade dos desenlaces latinos imprevisíveis. Trump quer Lula como seu novo rolo. Lula é mais

Só falta aflorar a irresistível química do pitbull Marco Rubio

A reação mais previsível, depois da conversa de Lula com Trump, alerta para a sequência que vem aí: o negociador escalado pelo fascista é outro fascista, o secretário de Estado, Marco Rubio. Por que não o chefe do Tesouro ou o secretário de Comércio? Trump teria preparado a armadilha com a escalação de Rubio, anticomunista,

Lula desarma o fascismo e avisa Trump: vamos bailar

Erraram os que, apesar das décadas de aprendizado de Lula, esperavam que ele fosse dizer publicamente que desconfia de Trump. Lula não chegou ontem à vitrine da ONU como celebridade mundial. Em 2009, Barack Obama disse que ele era o cara. Esse ano, Trump informou de improviso que há uma química boa entre eles. Lula

Quem pode levar a sério uma conversa com Trump?

Lula poderá falar para Janja ou alguém de confiança do impacto que sentiu ao ficar diante de Trump e apertar sua mão inchada. E poderá depois trocar impressões com Putin e Zelensky. Trump iria acabar com a guerra em encontros com os dois. Parte da esquerda brasileira aliou-se aos mais eufóricos ‘pacifistas’ certos de que

O golaço de Raquel Krähenbühl

A correspondente da Globo em Washington obrigou Trump a dizer que conversaria com Lula sobre o tarifaço. E ainda conseguiu arrancar do neofascista uma acusação contra Lula, de que o presidente brasileiro fez “a coisa errada”. No meio da maçaroca de repórteres, no pátio da Casa Branca, Raquel Krähenbühl não só conseguiu fazer a primeira

O RECADO DE MOURÃO A BOLSONARO: VOCÊ É UM TENENTE, PÔ

Bolsonaro gostaria de ter sido general, muito mais do que presidente da República. Um general tem perenidade, mesmo depois de deixar a caserna. Um ex-tenente e ex-presidente medíocre e tutelado por militares vira um traste inútil fora do poder.   A desconexão entre Mourão e Bolsonaro, na cerimônia de sábado na Academia Militar de Agulhas Negras,

FALTA O GRAMPO DA CONVERSA DE BOLSONARO COM MILTON RIBEIRO

O áudio em que Milton Ribeiro, o chefe dos pastores do MEC, diz que Bolsonaro o alertou, por “pressentimento”, de que ele seria alvo da Polícia Federal, não diz tudo. A conversa é de um grampo em que Ribeiro fala com uma filha e se refere a outra conversa em que Bolsonaro fez o alerta.

Moro deveria examinar grampo do jaburu

A conversa gravada do repórter do Globo com o jaburu-da-mala deveria ser enviada ao juiz Sergio Moro, especialista em grampos de presidente da República. O grampo precisa ser submetido à perícia, para se saber se uma informação é verdadeira. É o trecho em que o jaburu, depois de dizer que “não, não é daqui”, afirma