Esta é a cara da pilantragem na Argentina

Karina Milei, a secretária do irmão no governo, é a figura com o maior índice de desaprovação na Argentina, chegando a 70%. Seu índice de aprovação é de apenas 19%, segundo pesquisa Atlas Intel/Bloomberg publicada pelo jornal El Clarín. Karina está sob investigação há mais de ano por envolvimento no caso da $Libra, a criptomoeda

Clarín e Nación abandonam o vigarista argentino

É fato e está provado nas capas todos os dias: há uma semana, os jornalões abandonaram Javier Milei de novo. São os jornais de direita, La Nación e Clarín, que mais têm informações sobre as novas revelações da vigarice da criptomoeda. Além das informações vazadas pelo Ministério Público sobre os registros de telefonemas de Milei

Um vigarista aplaudido pelos liberais brasileiros

Um pilantra sob investigação como vigarista internacional, mas terrivelmente liberal. Um desastre como gestor do país, sob o ponto de vista de qualquer setor da economia argentina que não seja o especulativo e financeiro. Mas um sucesso para os analistas de economia brasileiros. Celso Ming, do Estadão, e Carlos Alberto Sardenberg, do Globo, são dois

As vigarices do criptonazismo com as criptomoedas

Tudo que o neonazista americano faz envolve dinheiro, com interesses diretos de amigos já endinheirados, no que alguém já definiu como capitalismo de compadrio. Veja mais esta notícia. A cotação do Bitcoin (BTC) saltou mais de 10% no domingo, depois que Trump anunciou que, além do BTC e do Ethereum (ETH), três outras criptomoedas devem

Jornais brasileiros não chamam golpe da criptomoeda pelo nome

Parte da grande imprensa brasileira, para não dizer a maioria, chama de polêmica a picaretagem de Javier Milei com a criptomoeda que implodiu em poucas horas na sexta-feira. Polêmica, como aprendi na Universidade Livre da Gazeta do Alegrete, significa tudo e não significa nada. É a palavra mais pobre e mais escapista do jornalismo. A

Pilantragem do fascista argentino ressuscita os jornalões de Buenos Aires

Quem anda com saudade do jornalismo das corporações, que já foi decisivo em muitos momentos no Brasil e hoje é irrelevante, precário e quase sempre golpista, que mate essa saudade com os jornalões argentinos. Clarín e La Nación estão arrasando na cobertura da falcatrua de Javier Milei com a criptomoeda que logrou milhares de argentinos.

A obsessão da extrema direita por criptomoedas

O escândalo que estremece o fascismo argentino, com a descoberta da quadrilha da $Libra, a criptomoeda avalizada por Javier Milei, aciona perguntas inevitáveis no Brasil. A primeira é essa: há parentesco da moeda da extrema direita dos hermanos com a patriotacoin, criada por bolsonaristas este ano? A segunda pergunta, que desdobra a primeira e desencadeia

Nación e Clarín abandonam Milei

Uma lição da grande imprensa argentina aos jornalões brasileiros, que há anos não produzem nada de relevante. O La Nación e o Clarín chegaram ao núcleo de criação da criptomoeda de Javier Milei, com a identificação dos gângsteres que negociavam a picaretagem com o fascista. E, claro, os jornais de esquerda, principalmente o Página 12

Seriam parentes as criptomoedas argentina e brasileira?

Um lembrete aos que estão acompanhando o escândalo provocado por Javier Milei na Argentina, com o anúncio da criação de uma criptomoeda. O fascista anunciou a moeda no X, na sexta-feira, e logo depois deletou a postagem. Mas o estrago já estava feito. No dia 23 de janeiro, apareceu essa mensagem na página de Bolsonaro

Javier Milei: além de fascista, mandalete de gangue de criptomoedas

A Argentina tenta calcular quantas pessoas perderam dinheiro com uma declaração do fascista Javier Milei, no X, na sexta-feira, em favor de uma criptomoeda chamada $LIBRA. A moeda atraiu compradores, valorizou-se em segundos, movimentou milhões de dólares em poucos minutos e depois entrou em colapso. Isso foi o que fascista publicou: “A Argentina liberal está