É mais do que uma eleição, é uma guerra

Na véspera da eleição, enquanto Lula definia Flávio Bolsonaro como representante da barbárie e integrante de quadrilhas chefiadas por líderes da extrema direita, a Folha de S. Paulo publicava na capa uma chamada alienante. Esta foi a frase de Lula na caminhada do sábado em São Paulo: “Vamos à urna amanhã com muita tranquilidade, sabendo

Como as máfias tentam se livrar dos juízes incômodos

Eduardo Bolsonaro foi condenado a quatro anos e dois meses de prisão e será, depois de cumpridos os prazos para recursos e chicanas protelatórias, mais um foragido da Justiça. Outros terão o mesmo destino e buscarão abrigo fora do Brasil. A cada condenação no Supremo, se o relator for Alexandre de Moraes, os jornais das

Avisem os bandidos que a PF está chegando

Guilherme Derrite ‘corrigiu’ o texto em que retirava a Polícia Federal das investigações sobre o crime organizado e entregava tudo aos Estados. O substitutivo é bacaninha. Permite que a PF investigue facções criminosas, desde que em parceria com os Estados e com comunicação prévia às autoridades estaduais. Não precisa desenhar. Derrite quer que a PF

Só os homens do dinheiro continuam intactos na estrutura do golpe

A prisão do general Braga Netto aciona a repetição de obviedades. A primeira é a que anuncia para breve a prisão de Bolsonaro. Seria o que resta para que o roteiro seja encerrado, depois do cumprimento de todas as etapas e com todos os personagens envolvidos. Não é bem assim. O roteiro estará incompleto, mesmo

A GUERRA DAS FACÇÕES

O que explica que até Carluxo, um vereador inoperante do Rio, faça lobby aberto pela cloroquina em Brasília? Carluxo faz parte de uma guerra por busca de espaços e poder em negócios de bilhões com as vacinas e a cloroquina. O depoimento de Fabio Wajngarten na CPI do Genocídio reafirma suspeitas e evidências: a pandemia

TOMBA O PRIMEIRO CHEFE DE FACÇÃO

Está quase morto, a caminho do impeachment, o sujeito capaz de descer de um helicóptero com os braços erguidos, como se fosse um torcedor comemorando um gol, para festejar aos berros um assassinato. Foi o que se viu naquela cena grotesca de agosto do ano passado, depois que a polícia matou a tiros o sequestrador

A GUERRA MORTAL DAS FACÇÕES DE BOLSONARO, MORO E WITZEL

As ameaças entre Bolsonaro, Sergio Moro e Wilson Witzel já definiram o cenário e as armas para uma guerra de facções em que os três poderão tombar quase ao mesmo tempo. No meio dessa guerra, o Estadão, que agora é um jornal ‘progressista’, decidiu classificar Bolsonaro como um sujeito que se dedica a “práticas fascistas”.