A PREPOTÊNCIA DO GRÊMIO

O Grêmio decidiu treinar em Criciúma, porque não é permitido aglomerar jogadores em Porto Alegre. Se não pode treinar aqui, treina onde pode. Não sei se os atletas e as equipes técnicas e todo o suporte de pessoal vão de avião, ônibus ou helicóptero. Não interessa. O que importa é que o Grêmio vai fazer

O RACISMO E A ALIENAÇÃO DO FUTEBOL BRASILEIRO

O futebol no Brasil virou o esporte das mediocridades. Branquearam os estádios, correram o povo das arquibancadas. Jogamos futebol hoje como os europeus jogavam até os anos 50. O Brasil retrocedeu, os europeus evoluíram e os brasileiros tentaram copiar os europeus. E o que se vê é a ditadura dos métodos e da burocracia. Os

OS COMENTARISTAS DO TIME DA PESTE

Os comentaristas de futebol são hoje os véios da Havan do entretenimento e do jornalismo esportivo. Não todos, mas talvez a maioria deles. O mantra agora é este: se os jogos não forem retomados antes do fim do ano, o futebol irá acabar no Brasil. É previsível que, assim como os comerciantes e os pastores,

A ALIENAÇÃO E OS ISENTÕES FOFOS DO FUTEBOL

O comentarista Caio Ribeiro é o Nelson Teich do futebol. Parece estar dizendo algo muito profundo, com voz empostada, mas não diz nada com nada. Caio é o chuchu dos comentaristas e por isso mesmo, pelo que dizem as pesquisas, é admirado pelos jogadores. Caio não critica ninguém, para ficar bem com craques e pernas

EDINA E OS MACHISTAS

Daniel Pereira, narrador de Grêmio x Ceará no Premiere, dizia a todo momento: o árbitro isso, o árbitro aquilo. Às vezes dizia que a arbitragem marcou tal coisa. Mas pra que falar de árbitro e arbitragem, se o jogo era apitado por uma mulher? Edina Alves Batista apitou a partida. O cara deveria saudá-la e

A resposta de Sorín ao amigo de Bolsonaro

Não há hoje no Brasil ninguém parecido com Juan Pablo Sorín, ex-lateral da seleção argentina, que jogou no Barcelona e no Cruzeiro. Sorín foi um craque. É politizado, engajado a questões sociais e tem uma mente brilhante. Desde ontem, ele está na capa do jornal Página 12, porque Maurício Macri disse mais uma de suas

O QUE SOMOS HOJE?

O QUE SOMOS HOJE?Estes poucos segundos mostram em que momento o Brasil se livrou do complexo de vira-latas (assim definido por Nelson Rodrigues), para que o futebol se expressasse como fator de orgulho e afirmação da identidade brasileira.Foi na final da Copa de 1958, quando a Seleção levou o gol da Suécia logo aos quatro