Como lidar com os generais que rejeitaram, mas não denunciaram o golpe

Um general que tenha conseguido driblar os golpistas, mas sem enfrentá-los e sem tentar contê-los, pode dizer aos que o acusam hoje de ter vacilado: vocês não sabem o que eu passei. Pode ser qualquer um desses generais que Braga Netto chamou de cagão. Um dos que o general de Bolsonaro escolheu como alvo das

Baby, o enterro dos ossos e o apocalipse dos militares golpistas

Ossos são enterrados a cada final das festas de Carnaval, para que voltem a ser carne e osso no ano seguinte. É a vida que se renova em eternos retornos, como folia, banquete, porre, arte, osso, enterro e ressurreição. Os generais desmoralizados pelo golpe armado pelo tenente sabem que não enterrarão ossos, porque nem direito

A insignificância de Hamilton Mourão até para os colegas fardados

O senador Hamilton Mourão era o vice-presidente da República quando colegas de farda articularam o golpe ao lado de Bolsonaro. E já havia declarado há muito tempo que seria candidato ao Senado pelo Rio Grande do Sul. Por que esse general poderoso nunca aparece nas conversas sobre o golpe vazadas até agora? O nome de

A falsa confusão entre Forças Armadas legalistas e militares golpistas

O ministro Luis Roberto Barroso repetiu o que seu colega Alexandre de Moraes já havia dito. Que as Forças Armadas não tiveram envolvimento direto na tentativa de golpe de 8 de janeiro. Moraes tem certeza de que em nenhum momento as Forças Armadas, “enquanto instituição, flertaram com essa possibilidade”. Barroso disse que “na hora H,

Vai sobrar para Ridauto

Ridauto Lúcio Fernandes, o general-cinegrafista que filmava a própria cara e festejava a invasão de Brasília no 8 de janeiro, que se prepare. Pode sobrar pra ele, e só pra ele e alguns outros desimportantes. É esse o recado dos grupos articulados no Congresso, na grande imprensa e em rodas empresariais, que tentam amedrontar Alexandre

Estamos de novo diante do risco das sequelas de acordos, tréguas e anistias pós-golpe

Os últimos movimentos trazem de novo para o palco das acomodações, ao lado de generais, os sujeitos que acamparam diante do QG do Exército em Brasília, num ambiente de pregação do golpe. É o patriota, mané ou aprendiz de fascista que até pode ter incentivado a invasão dos prédios dos três poderes, mas não foi

Bolsonaro pode fracassar até na hora da fuga

O criminoso inelegível tentou sabotar a vacinação, matou milhares de pessoas, mas no fim foi derrotado pela ciência e pelo SUS. Seus vampiros tentaram comprar vacinas superfaturadas e foram expostos e denunciados pela CPI do Genocídio. Tentou fraudar o cartão de vacinação e foi descoberto. Contrabandeou e negociou joias e foi flagrado como muambeiro. Tentou

​​​​​​​Sergio Moro a caminho das nuvens

Sergio Moro apresentou duas sugestões nessa semana à mesa da CPI do Golpe. Com a testa franzida, bem menos descontraído do que no tempo em que chefiava Deltan Dallagnol em Curitiba, tentou falar com a entonação de magistrado. Ao apresentar a primeira sugestão, referindo-se à própria CPI, disse que “existe um jogo político envolvido” e

O golpe falhou porque o mané e o pica-fumo ficaram esperando pelos generais

O golpe que derrubaria Lula teve manezinhos, manezões, terroristas, patriotas e até oficiais. Mas não teve a presença ostensiva de um general. E não existem golpes sem um general. No depoimento à CPI do Golpe da Câmara Legislativa do Distrito Federal, o general Augusto Heleno (foto) disse como funciona um golpe e admitiu que aquele