Dino faz o que Rodrigo Pacheco não faria, muito menos num domingo

Flávio Dino ajuda os desentendidos a entenderem por que Lula não brincou de republicano neutro, distanciado e contemplativo na escolha do novo ministro do Supremo. Imaginemos que Rodrigo Pacheco, o preferido de Davi Alcolumbre, Flávio Bolsonaro, Sóstenes Cavalcante, Silas Malafaia e outros, poderia se atrever a fazer o que Dino fez num domingo. Vejam o

Gilmar Mendes tira a bandidagem do Congresso da toca

Gilmar Mendes fez o que até boa parte da esquerda se nega a admitir. O jogo pesado contra o fascismo de facções, golpistas, vigaristas, milicianos e todo tipo de bandidagem do Congresso não será vencido com a conversinha de senhores de (falsos) punhos rendados de um mundo liberal imaginário de uma democracia bonitona, que na

Pacheco, o engavetador, tenta se vingar de Barroso

Rodrigo Pacheco ergueu a voz para passar um pito no ministro Luis Roberto Barroso, por causa da sua já famosa frase “nós derrotamos o bolsonarismo”. Pacheco acha que Barroso fez uma fala infeliz, inadequada a inoportuna ao atacar os bolsonaristas ontem no Congresso da UNE. E publicamente pediu retratação. Vamos falar então de atitudes inadequadas.

SERGIO MORO ESTÁ LIVRE DO JUIZ EDUARDO APPIO

O juiz Eduardo Appio, que vinha incomodando Sergio Moro, Deltan Dallagnol e o lavajatismo em geral, foi afastado da 13ª Vara de Curitiba por ordem do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, o mesmo TRF4 que engavetava pedidos de afastamento do ex-juiz suspeito. E quem pediu e conseguiu o afastamento de Appio? O desembargador Marcelo

MARCO AURÉLIO E A PODRIDÃO DA JUSTIÇA

O ministro Marco Aurélio Mello tomou a decisão solitária de permitir a libertação de presos por condenação em segunda instância sabendo que poderia ser derrotado logo adiante. Ele sabia que a liminar não iria sobreviver. Sabia que seria atacado pelos ‘liberais’ do Direito, por toda a direita golpista e pela nova direita bolsonarista, com o