A MENINA COM BRINCO NO MEIO DA GUERRA

Shahed Al-Banna, que virou correspondente de guerra em Gaza, é a primeira palestina a ter rosto, nome, identidade e história na cobertura da TV brasileira. A moça de 18 anos trabalha de graça para a Globo, fazendo o que nenhum repórter do chamado mundo ocidental conseguiria fazer, enquanto a própria Globo diz que Israel bombardeia

YANOMAMIS DEVEM ORGANIZAR O NUREMBERG DE BOLSONARO E SUAS QUADRILHAS

É possível, e bem possível, que Bolsonaro não seja condenado pelos muitos crimes cometidos na pandemia e pelo comando dos vampiros das vacinas e da cloroquina. Nem pelos crimes das rachadinhas, pelo uso do cartão corporativo para fazer rachadões, pela incitação ao golpe, por ter dito que não estupra mulher feia. Pode ficar impune pela

AOS CRETINOS QUE ME PEDEM PARA SER “NEUTRO”

Nunca li textos de militantes, líderes ou pensadores do Hamas ou do Hezbollah para procurar entender o massacre de palestinos por Israel. Sei que não preciso desse tipo de leitura. Já li muito sobre a história e a atual situação dos palestinos. Mas há anos leio autores judeus. Não apenas israelenses, mas judeus mesmo. E

A CULPA É DO ERRO OPERACIONAL?

Um erro operacional grave. É como Sergio Moro define o massacre de Paraisópolis. O estouro da bomba no colo do sargento Guilherme do Rosário, no atentado do Riocentro, em 1981, também foi resultante de um erro operacional. Torturadores da ditadura diziam se exceder em suas tarefas e assim cometiam assassinatos por erro operacional. Vladimir Herzog

O PRIMEIRO BAILE E O MASSACRE DE PARAISÓPOLIS

O primeiro grande baile funk de Porto Alegre aconteceu em abril de 2001, no Gigantinho. Pode ter sido o maior baile funk de todos os tempos no Estado. Eram mais de 4 mil pessoas na quadra e nas arquibancadas. O funk apresentava-se como novidade para os gaúchos. Veio gente do Rio para organizar a festa.