Por que a extrema direita tem pavor da Polícia Federal

Qualquer estagiário do PCC em qualquer fintech da Faria Lima sabe o que Guilherme Derrite foi fazer em Brasília, chamado às pressas por Hugo Motta, pelo centrão e pela extrema direita. Mas os moradores de Lajeado, no Vale do Taquari, no Rio Grande do Sul, podem não saber direito, porque estão dedicados à reconstrução das

Avisem os bandidos que a PF está chegando

Guilherme Derrite ‘corrigiu’ o texto em que retirava a Polícia Federal das investigações sobre o crime organizado e entregava tudo aos Estados. O substitutivo é bacaninha. Permite que a PF investigue facções criminosas, desde que em parceria com os Estados e com comunicação prévia às autoridades estaduais. Não precisa desenhar. Derrite quer que a PF

O primeiro pen drive a gente nunca esquece

Essa história do misterioso pen drive ou algo similar encontrado na casa de Bolsonaro me fez lembrar do amigo jornalista Olyr Zavaschi. Olyr foi aos Estados Unidos no início dos anos 2000, num retorno afetivo com Maria Lucrécia, a psiquiatra esposa dele. Os dois haviam morado em Washington. Na volta, ele largou um objeto parecido

Faltam os grandes periquitos do núcleo empresarial do golpe

O bloco dos sujos do golpe não está completo. As operações de busca e apreensão contra Bolsonaro, Braga Netto e Augusto Heleno deflagram o cerco ao líder e ao núcleo militar do golpismo. Fica faltando dar consistência e efetividade às ações contra o núcleo empresarial que sustentava o golpe na sua origem, com estrutura montada

Falta chegar aos arapongas fabricantes de dossiês contra amigos de Bolsonaro

Se os agentes da Abin que monitoravam inimigos de Bolsonaro foram identificados como criminosos, as vítimas dos seus crimes têm o direito de ficar sabendo que foram vigiadas. Como isso será feito, se foram milhares de alvos? O Estado terá de dar um jeito e informar seus cidadãos expostos à ação de servidores federais que

Descobrimos, finalmente, a mais importante medida de Moro como empregado de Bolsonaro

Sergio Moro tinha uma retórica genérica e vazia sobre o que faria como empregado de Bolsonaro, quando assumiu o Ministério da Justiça em janeiro de 2019. Falava em combater a ‘corrupição’ dos políticos, sempre fazendo biquinho com o acréscimo do ‘i’, e defendia um plano de defesa do cigarro nacional diante da concorrência do contrabando.

Vai-se mais um ídolo da direita

O comando da Lava-Jato na Polícia Federal do Paraná sabia do risco que corria quando elegeu o agente Newton Ishii como imagem da corporação no cumprimento das ordens de prisão de corruptos graúdos. O japonês da federal, que prendia todo mundo, também era um corrupto miúdo. Todo mundo sabia, a partir de informações divulgadas pelo