A REVANCHE DOS MILITARES

Bolsonaro está ganhando de goleada. Mandou mais de 10 generais embora do governo, quase todos humilhados pelos filhos dele, e não aconteceu nada. Empurrou o vice Hamilton Mourão para uma função subalterna e perigosa, sob o comando de Ricardo Salles e seus grileiros, e não acontece nada. Dispensou o ministro da Defesa e os comandantes

PREOCUPADOS COM A ANARQUIA

Todos os jornalões advertem que, se Eduardo Pazuello ficar sem punição, a anarquia pode se disseminar no Exército. São posições fortes da Folha, do Estadão e do Globo, em editoriais e nos espaços dos comentaristas. O Estadão chega a dizer que Bolsonaro se comporta como chefe de milícia. Isso significa alguma coisa? Significa apenas que,

A ARMADILHA DE BOLSONARO PARA O COMANDANTE DO EXÉRCITO

Bolsonaro e Eduardo Pazuello complicaram a vida do comandante do Exército, e não só a dele. O general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira assumiu o cargo no dia 23 de abril, em substituição a Edson Pujol, e disse no discurso de posse, em meio à crise que provocou a debandada do ministro da Defesa e

O QUE VÃO FAZER COM PAZUELLO? PASSAR A MÃO NA CARECA

Uma advertência pode ser a punição mais provável e a menos arriscada politicamente, para que Eduardo Pazuello não saia totalmente impune do que fez domingo no Rio. É o que assessores e pessoas próximas aos militares e a Bolsonaro mandaram espalhar pela imprensa. O chefe do Exército, a quem cabe deliberar sobre a indisciplina, pode

OS EXTREMISTAS QUE AMEAÇAM A ORDEM, A DISCIPLINA E A HIERARQUIA

Os militares sempre temeram as ameaças do comunismo e de todo tipo de ‘subversão’ ao que achavam e acham politicamente aceitável. A submissão à paz e à ordem foi argumento para todos os desatinos cometidos durante a ditadura. É tudo que não temos hoje. Em novo estágio do blefe do golpe, Bolsonaro desrespeita os estatutos

É proibido driblar

Esses dias escrevi que o futebol é um esporte cada vez mais tedioso e levei muitas bordoadas. Hoje, Neymar levou cartão amarelo do árbitro (não chamam mais de juiz) Jerome Brisard, no jogo do Paris Saint-Germain contra o Montpellier, por ter tentado aplicar um drible lambreta no jogador Souquet. Os juízes já punem quem comemora