O duelo para saber quem pode triturar Flávio e seus irmãos

Renan Santos, Michelle e Zema tentam ocupar o espaço das demandas ‘disruptivas e antissistema’ que já foi de Bolsonaro e que eles acham que não é sumariamente de Flávio. Os três lutam, cada com suas armas, para ocupar a imensa bolha do fascismo, que acolhe pelo menos 20% dos eleitores. Não é um duelo pelo

As aberrações da política, de Jânio a Nikolas

Luis Fernando Verissimo escreveu mais de uma vez, como se fizesse uma penitência pública, que votou em Jânio para presidente em 1960. Poderia ter votado em Teixeira Lott, o marechal legalista que evitou um golpe. Votou no candidato que, já naquela época, investia no marketing da faxina antissistema. Seu símbolo era uma vassoura. Iria varrer

Folha ouve “um expoente do PT” sobre o futuro de Lula

A Folha escalou a repórter Cátia Seabra para produzir a manchete do domingo em torno do que seria a rede de proteção do PT e das esquerdas em torno de Lula para 2026. Ouviram “um expoente do PT”, sem citar seu nome, para que diga o que dezenas de líderes dos partidos poderiam comentar. Na

O sapo do darwinismo bolsonarista

Se fosse um réptil sob observação de um grupo de cientistas dedicados às controvérsias darwinistas, Pablo Marçal pularia na cara de um deles e diria: eu sou a prova do saltacionismo aplicado ao bolsonarismo. Marçal derruba a teoria do gradualismo na evolução das espécies da extrema direita brasileira. Ele é o saltacionismo, a evolução brusca

Globo vai se jogar, ao lado de Malafaia, nos braços da extrema direita moderada

Um ano e meio depois do golpe dos manés abandonados por Bolsonaro e pelos generais, há cenários e personagens com papéis definidos. O cenário principal é este: Bolsonaro está morto e cercado de carpideiras. Quem está ao redor pode chorar, pode fingir que chora ou pode, por um empurrão de quem está atrás, cair dentro