O LIVRO DE MARKUN SOBRE O REITOR CAÇADO

Compartilho reportagem da Folha sobre o livro escrito pelo jornalista Paulo Markun a respeito do caso do reitor Luiz Carlos Cancelier. É uma lição de jornalismo de como ações autoritárias, típicas de ditaduras, foram reproduzidas no Brasil do moralismo lavajatista. Suicídio do reitor Luiz Carlos Cancellier foi um ato político, diz Paulo Markun FOLHA DE

E SE BOLSONARO INVADISSE OS CEMITÉRIOS?

Depois de comemorar um suicídio, para assim festejar o que achava ser uma vitória política, que outro desatino ainda mais macabro Bolsonaro pode cometer? Parece que não há como imaginar nada mais cruel do que a comemoração do suicídio de um cidadão que integrava o grupo disposto a contribuir para a descoberta de uma vacina.

A CARTA DE MIGLIACCIO. DIVULGAR OU NÃO?

É bom o debate sobre a carta deixada por Flávio Migliaccio. Divulga ou não divulga? Parece que o desejo dele seria pela divulgação, ou a carta não teria ficado exposta e sem um destinatário específico. A carta é para o seu público, os destinatários estão no plural (“Me desculpem”), são os que admiram sua arte

O PLANO DE JANOT PARA MATAR GILMAR MENDES

Em maio de 2017, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pegou uma arma e foi ao Supremo para matar Gilmar Mendes e depois se suicidar. É o horror de tempos de lavajatismo contado em reportagens do Estadão e de Veja que antecipam detalhes do que será narrado em um livro de Janot. É também uma