E se Trump fizer concessões ao Brasil e logo depois atacar a Venezuela?

Lula está numa fase boa, mas situações desconfortáveis para o governo e para a esquerda também devem ser imaginadas. Imaginem esse cenário: Trump tira alguns bodes da sala na próxima conversa com Lula, contempla demandas importantes do Brasil e anuncia que a química com o brasileiro aumentou. E logo depois invade a Venezuela. Não é

Lula tira Trump do tédio das mesmas conversas

Trump nunca disse a Putin e Zelensky o que agora diz a Lula, apesar de ter sentimentos semelhantes em relação aos dois. Lula entra em outro departamento dos afetos do americano, porque lhe oferece novas pautas, novas brigas e a possibilidade dos desenlaces latinos imprevisíveis. Trump quer Lula como seu novo rolo. Lula é mais

Como conter a euforia dos que se embebedaram com a química do fascista?

É quase um transe. Jornalistas, políticos e adivinhos participam da disseminação de notícias e ‘análises’ eufóricas sobre a possibilidade de Lula não só se entender com o maior gângster mundial, mas vencê-lo num duelo de espertezas. Por ser muito emotivo, admito que me emocionei com colegas que levaram a sério a paixão de Trump por

Lula desarma o fascismo e avisa Trump: vamos bailar

Erraram os que, apesar das décadas de aprendizado de Lula, esperavam que ele fosse dizer publicamente que desconfia de Trump. Lula não chegou ontem à vitrine da ONU como celebridade mundial. Em 2009, Barack Obama disse que ele era o cara. Esse ano, Trump informou de improviso que há uma química boa entre eles. Lula

Quem pode levar a sério uma conversa com Trump?

Lula poderá falar para Janja ou alguém de confiança do impacto que sentiu ao ficar diante de Trump e apertar sua mão inchada. E poderá depois trocar impressões com Putin e Zelensky. Trump iria acabar com a guerra em encontros com os dois. Parte da esquerda brasileira aliou-se aos mais eufóricos ‘pacifistas’ certos de que

Folha tenta livrar a cara da família Bolsonaro no tarifaço

Essa é a manchete calhorda da Folha, sobre a mais recente pesquisa do Datafolha a respeito dos ataques de Trump ao Brasil, que até o grupo Globo classifica como chantagens: “Para 35%, culpa do tarifaço é de Lula; 22% acham que é de Bolsonaro, e 17%, de Eduardo, diz Datafolha”. Sobre a mesma pesquisa, essa

A subserviência dos Bolsonaros na agressão de Trump ao Brasil

A pergunta a seguir é uma entre tantas sobre os ataques de Trump ao Brasil: o neofascista americano acredita mesmo que a família Bolsonaro pode segurar a bronca de um caos econômico e político? Nem o mais fiel assessor de Trump acredita que ele possa levar a sério uma família que falhou ao tentar reeleger

O golaço de Raquel Krähenbühl

A correspondente da Globo em Washington obrigou Trump a dizer que conversaria com Lula sobre o tarifaço. E ainda conseguiu arrancar do neofascista uma acusação contra Lula, de que o presidente brasileiro fez “a coisa errada”. No meio da maçaroca de repórteres, no pátio da Casa Branca, Raquel Krähenbühl não só conseguiu fazer a primeira