Todos os que atacam a Argentina, como se fossem juízes morais dos outros, deveriam olhar para o país em que vivem. Os gaúchos teriam que examinar suas condutas a partir de dados oficiais sobre racismo. É o tema do artigo que publico no jornal Extra Classe, com link logo abaixo: https://www.extraclasse.org.br/opiniao/colunistas/2026/07/o-odio-que-uniu-direita-e-esquerda-contra-os-argentinos-na-copa/

Quem vai chorar hoje por essa Seleção?

Diga rápido, de memória, qual é a imagem forte, mas recente, que expresse sentimento de brasilidade pela Seleção. Pela força do time em campo ou pela simbologia da camiseta. Não vale uma imagem antiga, como aquela do fotógrafo Reginaldo Manente, que flagra o menino chorando quando da eliminação na Copa de 82, publicada sem manchete

Não torçam pela morte de Bolsonaro. Eles são perigosos

É mais um delírio do que uma denúncia o vídeo compartilhado por Michelle Bolsonaro em que uma mulher ataca jornalistas em Brasília. Eles estariam na frente do hospital, pelo que ela insinua, numa espécie de vigília-torcida pela morte de Bolsonaro. Não há nada que comprove essa suspeita. Os jornalistas estão ali trabalhando. E por isso

Portaluppi mostra que o bolsonarismo ainda esperneia até no futebol

Tem pouca ou nenhuma relação com as coisas do futebol a ameaça que o técnico do Grêmio dirigiu a jornalistas, na quarta-feira. Mas com certeza há conexão da ameaça com as mais cruéis práticas de facções criminosas e da extrema direita bolsonarista. Renato Portaluppi disse o seguinte em Belo Horizonte, em entrevista coletiva depois do

O que as instituições farão com as ameaças do técnico do Grêmio?

As declarações de Renato Portaluppi, depois do jogo de ontem entre Grêmio e Cruzeiro, reproduzem a tática clássica das máfias e das milícias. Ao atacar e ameaçar jornalistas, o sujeito atiça a cachorrada e põe em risco até as famílias e os filhos dos que considera inimigos. “Se continuarem mentindo, eu vou dar os nomes

O PÉSSIMO EXEMPLO DO PREFEITO-TORCEDOR BRUNO COVAS

Há na internet todo tipo de argumento para a ida do prefeito Bruno Covas ao Rio para ver a final da Libertadores entre Palmeiras e Santos, no sábado, aglomerando-se nas arquibancadas do Maracanã com outras pessoas. Um dos argumentos é esse: Covas é um cara em tratamento contra um câncer complicado e pode estar querendo