Chacina põe o fascismo e os cheiradores em estado de euforia
A matança no Rio faz a festa do governador bolsonarista Claudio Castro e dos cheiradores de cocaína da extrema direita. Castro joga para a torcida, como se pretendesse ser a versão verde-amarela de Nayib Bukele. Brilha sob aplausos dos cheiradores brancos da Faria Lima e zonas assemelhadas, que atacaram Lula pela frase torta sobre usuários
