OS ARAPONGAS INTERNACIONAIS DA LAVA-JATO

Essa do Moro e do Dallagnol tramando para derrubar Maduro e assim interferir nas eleições no Brasil é a prova do esquema internacional da Lava-Jato.
É nojento demais ler os diálogos publicados hoje pela Folha. O ex-juiz e seus subalternos da procuradoria tramavam para romper um acordo de delação que mexia com questões de outro país, enquanto viviam de delações.
Moro e Dallagnol são duas das figuras mais repulsivas de toda a história brasileira. Porque desqualificaram as instituições que deveriam proteger e imbecilizaram um país ao trabalharem como serviçais dos americanos.
Os dois devem agora ser investigados como agentes internacionais. Os democratas americanos precisam ajudar a desvendar esse escândalo. A Lava-Jato foi uma trama golpista a serviço de estrangeiros, e certamente não só dos Estados Unidos.
Numa democracia de verdade, Moro e Dallagnol estariam presos antes de clarear o dia.
O Supremo vai continuar se acovardando?

O INSUPORTÁVEL

Ninguém aguenta mais os argumentos enviesados e rasos de Sergio Moro. É difícil suportar a pobreza mental do ex-juiz e as suas tentativas de imbecilizar ainda mais os imbecis.

Mas o que vai ficando insuportável mesmo é a voz de Sergio Moro. Ninguém aguenta ouvir Sergio Moro todos os dias com aqueles falsetes de voz de adolescente e aquelas pausas de han… han… han e é…é… é… de quem busca alguma ideia num balão, digamos, vazio e cheio de nada.

Essa história do balão é dele. Moro se esforça, mas tem recursos literários que envergonham o baixo clero do Congresso. É uma figura que produz frases e sons desagradáveis.

Por isso não convoquem mais o ex-juiz para depor no Congresso. Evitem que ele nos obrigue a ouvi-lo.
Ninguém aguenta mais ouvir Sergio Moro citando sempre o mesmo “pensador-jurista” liberal americano que o isenta de culpas. É sempre o mesmo pensador, porque não há outro.

É insuportável ouvir o ex-juiz repetir que talvez tenha dito algo, que pode ter cometido um descuido, mas que não reconhece a autenticidade do que vaza das conversas da Lava-Jato porque não se lembra de nada.

Ninguém suporta mais ouvir Sergio Moro dizer que sumiu com o sistema de mensagens do seu celular há dois anos e que ele é vítima de uma equipe de hackers milionários que pretendem destruir a Lava-Jato.

Por favor, não chamem mais Sergio Moro para depoimentos em que ele debocha da imprensa, desqualifica o jornalista Glenn Greenwald e o Intercept e ainda se apresenta como o Batman do Judiciário. Mas sempre como se estivesse contendo um arroto ou alguma coisa que ameaça sair pela boca.

Economizem a toxidade de Sergio Moro. Vamos esperar o processo em que ele terá um dia que se explicar por suas ações na Lava-Jato. Vamos nos poupar para o dia em que poderemos ouvir Sergio Moro como réu.