A eleição americana espera William Waack, oito anos depois

O Estadão não vai mandar William Waack para cobrir a eleição americana? Se decidir enviar sua estrela, antes deve fazer uma recomendação para que o jornalista não volte a se posicionar nas proximidades da Casa Branca, onde às vezes os motoristas passam buzinando. Na cobertura da eleição de 2016 para a Globo, Waack estava defronte

As manchetes desencontradas da direita atrapalhada

Chamada que permanece na capa do Estadão online desde ontem pela manhã: Lula está mais uma vez em baixa na cena internacional. Está na capa da Folha hoje: Lula viaja pelo mundo e reaviva seus status de popstar. Está agora na capa do Globo: Lula volta à ONU com questionamentos à governança multilateral e defesa

WILLIAM WAACK É A PIADA

É fraco o artigo em que William Waack se defende na Folha da acusação de que é racista. O jornalista que definiu as buzinadas de um motorista em Washington como “coisa de preto” acha que os militantes de redes sociais estão tentando manchar a imagem da grande imprensa. Um profissional que passou anos atacando as

A SÍNDROME DE WILLIAM WAACK

Encerro hoje minha participação no debate sobre o caso William Waack e só voltarei a falar no assunto sob condução coercitiva. Muitos se perguntam: por que o sujeito flagrado em comentário racista está sendo defendido com ferocidade por seus pares? Porque eles têm o mesmo caráter. Certo. Porque pretendem devolver às redes sociais a acusação

William Waack é apenas uma das excrescências que a Globo mantém no ar. O jornalismo se autoprotege há muito tempo, principalmente nos redutos da direita, porque os tais ‘formadores de opinião’ se acham intocáveis.
Quem comentar qualquer atitude de jornalista, centrado nas suas atividades, corre o risco de ser acusado de atentar contra a liberdade de opinião. Não é nada disso.
Jornalista é tão criticável como qualquer outro profissional de qualquer área. Jornalista que critica o Papa, os políticos, os jogadores de futebol, os professores (alguns adoram atacar professores em greve), os servidores públicos e os sindicalistas e ainda faz fofoca de celebridade tem que se submeter às críticas também dos colegas.
Jornalista não tem foro privilegiado. Jornalista que protege colega para livrá-lo de críticas age em nome do corporativismo, só isso. E pior ainda se o corporativismo é acionado para proteger racistas.

https://f5.folha.uol.com.br/televisao/2017/11/william-waack-e-acusado-de-racismo-apos-video-vazado-na-internet.shtml

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