Traidores, golpistas, quadrilheiros e milicianos
Na volta do recesso, Alexandre de Moraes tatuou a testa de cada um dos integrantes da família Bolsonaro. Covardes, traidores da pátria, participantes de organização criminosa miliciana, golpistas em fuga.
Esse é o trecho que resume tudo:
“Mantêm suas afirmações como se houvesse glória nisso, como se houvesse glória na traição”.
O Rio Grande do Sul, sob comando do governo mais medíocre e enganador da sua história, está cheio de gente, em todas as regiões, que acha que há glória em ser traidor.
(A reação de Moraes e do Supremo derrubou muitos jornalistas engajados aos traidores, que chutaram, como se fosse possível acertar, que o STF se acovardaria, na volta do recesso, para o líder do neofascismo mundial e para o bolsonarismo. Não são jornalistas de veículos da extrema direita, mas dos jornalões.)

Dê os nomes, Moisés. Quais jornalistas são bolsonaristas? Tirando o Guzzo, nunca li nenhum artigo, coluna, notícia ou análise favorável ao bolsonarismo na grande imprensa, os ditos “jornalões”.
Dê nomes, Moisés. Quem são?
Claro que, a um ano e dois meses das eleições, tudo pode mudar, mas há duas certezas e uma perspectiva já definidas no cenário. As duas certezas: Jair e Eduardo não serão mais candidatos – a menos que tenham sucesso na enésima tentativa de golpe, o que, por óbvio, os dispensariam de eleição.
A possibilidade é o declínio hoje de Tarcísio de Freitas, ferido pelos vacilos entre a fidelidade à família e a submissão ao amigo de genocidas e pedófilos. É o que mostra este artigo da Piauí: https://piaui.folha.uol.com.br/por-que-tarcisio-vive-seu-pior-momento/
O Lula precisa pedir a mão da Raquel raquel Krähenbühl em casamento. Ela sim sabe negociar. Com uma perguntinha básica ela conseguiu negociar com o Trump. Agora só falta o Lula ligar, mas a protagonista pode não deixar.
Donald Trump disse que Lula pode telefonar, que ele atende. Mas impôs uma condição: o diálogo tem que ser em inglês, sendo vedada a participação de tradutores simultâneos kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk