Partisan Bar

Vão tomar absinto do diabo no bar do tio do Badanha

O Partisan Bar, do Rio, foi multado pelo Procon em R$ 9.520 por ter colocado uma placa na porta dizendo que cidadãos dos Estados Unidos e de Israel não são bem-vindos.

É uma atitude radical de quem sabe que cidadãos de muitas nações não conseguem chegar perto de nenhum desses países citados. Eu não faria nada parecido, mas entendo. Até porque não tenho bar.

Como entendo a situação de colegas jornalistas que nunca conseguiram entrar nos Estados Unidos. Tiveram o visto negado, insistiram e foram rejeitados outras vezes.

Estou escrevendo aqui e estou enxergando a cara deles. Não eram terroristas, não eram esquerdistas e não eram anti-americanos.

Eram apenas pessoas que, na visão da imigração, poderiam ficar morando lá. A situação desses dois colegas é tão absurda quanto a placa na frente do bar.

Tem gente impressionada por não poder entrar num boteco. Tem gente que não entra em países governados por fascistas.

Tem país com governo fascista matando as populações de outros países com bombas e, no caso de Gaza e de Cuba, também de fome. Porque para esses fascistas ninguém pode socorrer palestinos e cubanos.

Um bar é um bar que tem dono. Um país governado por neonazistas não deveria ter proprietário. É muito cinismo falar de xenofobia nesses casos, enquanto defendem os governos racistas e genocidas de Israel e Estados Unidos.

Vão tomar o absinto do demônio no bar do tio do Badanha.

8 thoughts on “Vão tomar absinto do diabo no bar do tio do Badanha

  1. Só carioca tem coragem para assumir o lado certo da história. Ianques e judeus também são benvindos ao bar, desde que paguem mais caro pelo chopp com bolinho de bacalhau.

  2. Se você usou a palavra “judeu”, Isso é antissemitismo, mas vindo de um petista, é um antissetismo do amor. O cara do bar pelo menos usou “cidadãos israelenses”, o que pode ou não incluir judeus.

    Agora, imagine uma placa dessa no “Zistado Zunido” contra brasileiros, ou uma placa em Santa Catarina proibindo nordestinos ou negros de frequentarem. Imagine.

    Como a placa acima é de um bar petista, está tudo bem. É uma placa sobre o amor, o progresso e a harmonia entre os povos.

    1. Como eu disse: ianques & judeus são benvindos, desde que paguem mais caro pelo chopinho com bolinho de bacalhau. Afinal, temos que recolher um troco para reconstruir Gaza, que os facínoras destruíram.

  3. Continua sendo antissemitismo, mas do amor que vence, um antissetismo do amor que constrói. Vindo do petismo, tanto o racismo, quanto o machismo e as viagens em jatinhos de bandidos são atos de amor, de paz e harmonia entre os povos.

    1. Quando o Projeto da Tabata passar eu vou acabar em cana se chamar os judeus de judeus. Viva a liberdade de expressão.

      1. Você é burro?!

        Essa liberdade de expressão sua serve para ser racista com qualquer povo? Ou só serve para petistas serem racistas contra judeus?

        O nazismo petista é um nazismo de amor.

        1. Se descer o malho em quem lança bomba contra escola no Irã e contra quem massacra mulheres, velhos e crianças em Gaza e na Cisjordânia é racismo, tudo bem, mané, pode me chamar de racista.

          1. Você é um jumento e o nazismo do PT é um nazismo amoroso, um nazismo afetivo.

            Vai tomar no cu, nazista.

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