Véio da Havan admite: financiou Carla Zambelli
Todos os dias há uma notícia sobre o autoproclamado véio da Havan, invariavelmente contra ele. Essa é a de hoje: o sujeito ajudou a financiar Carla Zambelli, antes de a deputada fugir para a Itália, mas quando ela, segundo o UOL, já era considerada foragida da Justiça.
Luciano Hang confirma a informação, mas alega que Zambelli ainda não havia fugido do Brasil. Agora, teremos as controvérsias jurídicas para saber se ele ajudou ou não, com a doação, a proteger uma foragida.
A informação abaixo, do UOL, foi reproduzida por todos os jornais que não escondem notícias sobre o mais poderoso ativista de extrema direita de Santa Catarina:
“O empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, foi o maior financiador da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) durante o período em que ela esteve foragida da Justiça brasileira, entre os meses de maio e junho deste ano. O valor de R$ 5 mil foi transferido via Pix, segundo relatório da Polícia Federal (PF).
O documento foi enviado ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e detalha as transferências financeiras recebidas por Zambelli no período em que ela estava fazendo uma vaquinha virtual.
O relatório aponta que, antes de ser presa, a deputada já era alvo de inquérito criminal instaurado por ordem de Moraes, no âmbito da ação penal 2.428/DF. Conforme a decisão, Zambelli teria tentado obstruir investigações em andamento e, após deixar o Brasil, passou a divulgar mensagens públicas com críticas ao Judiciário.
Em uma das declarações citadas no inquérito, afirmou que voltaria a ser “a Carla que era antes das amarras que essa ditadura impôs”, em referência ao STF e às decisões judiciais contra ela.
A PF também analisou os valores arrecadados por meio de uma vaquinha virtual aberta para ajudar a deputada. As transações de R$ 500 ou mais passaram a ser monitoradas.
Entre 8 e 24 de maio deste ano, Zambelli transferiu R$ 339 mil de sua conta no Banco Itaú Unibanco para outra conta de sua titularidade na Caixa Econômica Federal. Apenas após o início do pedido público de doações, o total transferido entre contas em seu nome somou R$ 336 mil.
Segundo o documento, a quantia recebida integra uma estratégia mais ampla de arrecadação organizada em site com domínio registrado em nome da própria deputada. A página promovia a campanha Juntos Com Zambelli, com instruções para depósitos em conta e transferências instantâneas.
O relatório também aponta que familiares da parlamentar, como a mãe, Rita Zambelli, reforçaram a divulgação dos canais de arrecadação em redes sociais alternativas, como Gettr e Substack. Nessas plataformas, foram encontradas mensagens bilíngues (português, inglês e italiano) com pedidos de apoio e críticas ao ministro Moraes, além de convocações para manifestações contra o STF”.
A VERSÃO DO VÉIO
Esta notícia está na coluna de Paulo Cappeli, no site Metrópoles:
“O empresário Luciano Hang se manifestou sobre a doação de R$ 5 mil, via Pix, para a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP). Segundo o dono das lojas Havan, a transferência foi feita em 20 de maio deste ano, antes de a parlamentar anunciar a fuga para o exterior, em 3 de junho, e teve objetivo de cobrir despesas judiciais.
“Realmente me comoveu o vídeo da deputada. Principalmente, quando ela disse que seu pai teve que vender o carro para ajudá-la a pagar advogados. Tenho empatia pelas pessoas e me coloquei no lugar dela e da família dela. Não gosto de ver ninguém sofrendo, sofro junto”, disse Hang em contato com a coluna neste domingo (21/9)”.
RECIBO
Uma conclusão óbvia: Hang fez a doação sabendo que poderia ser rastreado. Mas fez o PIX no próprio nome.
Possivelmente para deixar claro que mantém vínculos de afeto com a extrema direita, inclusive com uma deputada condenada por agredir a Justiça.
Hang avisou ao bolsonarismo que continua solidário com quem enfrentar dificuldades.
IMPUNIDADE
A segunda conclusão, também óbvia e ululante, é que o véio da Havan tem certeza da impunidade, depois de enfrentar investigações ainda ativos nas mais variadas frentes, desde o inquérito das fakes news às denúncias de crimes cometidos na pandemia, que finalmente serão investigados pela Polícia Federal.
Teremos um debate sobre a legalidade da doação a Carla Zambelli, mas o que ele espera é que aconteça com esse caso o que aconteceu com tantos outros em que esteve ou ainda está envolvido. Nada. Que fique tudo no zero a zero.

Poderia ele ter ajudado filhos, pais, maes, vovós, vovozinhos que
Perderam seus entes queridos na pandemia, mas quis ele ajudar uma condenada, belo exemlpo.
Por isso ochupeta fez aquela fofocaiada sobre o pix, encobriu o pcc, e outras facaltruas. Belo modelo de cristao.