Velha direita tenta se livrar de Lula sem lamber as botas de Tarcísio
Já virou desespero a tentativa da velha direita de se livrar de Lula, sem ter que recorrer a Tarcísio de Freitas. Mais um pouco e vira meme.
Nessa quinta-feira, o Estadão estampou na capa da versão online a seguinte chamada sobre um dos resultados de pesquisa sobre a corrida à presidência:
“Genial/Quaest: Brasileiros querem que eleito em 2026 não seja ligado nem a Lula, nem a Bolsonaro”.
A chamada dava a entender que a maioria dos brasileiros ouvidos pela pesquisa quer outra opção que não represente o que chamam de polarização.
Mas a leitura do texto desmente a chamada. A notícia informa o seguinte:
“Para 24% dos brasileiros, o melhor resultado para a eleição presidencial de 2026 é a vitória de um nome que não seja ligado nem presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), nem ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL)”.
De cada quatro brasileiros, um diz que não quer saber de ninguém ligado a Bolsonaro ou Lula. E esses 24% aparecem no jornal como se fossem a maioria.
O título da notícia não foi feito por um editor comum, em posição subalterna em relação às altas chefias da redação. Um editor sem posto de comando não escreveria essa bobagem.
Esse título foi elaborado por um chefete programado para atender à demanda pela busca da terceira via, alguém que apareça mais ao centro ou seja um direitoso aceitável e vire alternativa.
Essa figura não existe, porque Zema, Caiado, Ratinho, Eduardo Leite – todos eles se aproximaram das bases do fascismo. Não são muito diferentes de Bolsonaro e sua família. O que Globo, Folha e Estadão querem é apenas uma miragem que tem pelo menos 23 anos, desde o fim do governo Fernando Henrique.
Entusiasmado com os 24%, Merval Pereira escreveu no Globo: “Direita unida pode vencer em 26”. Merval acha que o povo está desesperado atrás de um candidato fofo. Não está. Quem corre atras desse personagem, imaginário é a Globo, em revezamento com os jornalões.
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CREDO
Eu não teria sido repórter da Gazeta de Alegrete se escrevesse algo parecido com esse título da coluna de Eliane Cantanhêde no Estadão:
“Escolha de Derrite para relatar PL Antifacção foi um soco no estômago de Lula”
Soco no estômago não deve ser usado nem em jornalzinho de colégio.

Oh, Moisés, ok, não pode escrever “soco no estômago”, mas um jornalista de esquerda pode escrever “posição subalterna” e “altas chefias da redação”?
O Moisés Mendes é o Olavo de Carvalho do jornalismo de esquerda.
Se 24% é maioria, LULA está eleito no primeiro turno.
Pelo andar da carreta de bois, este dermatite não resiste ao fim de semana.
Para se ter uma ideia do nível de DEBILIDADE MENTAL do brasileiro, leio no UOL que 58 crianças no Rio de Janeiro foram registradas com o nome de ARRASCAETA. Pais que colocam no filho um nome desses (que não é nome, é sobrenome de origem BASCA), parecem ter o prazer de DESTRUIR a vida de seus filhos desde a infância. Arrascaeta da Silva, Arrascaeta de Oliveira, Arrascaeta de Souza, Arrascaeta dos Santos. Isso É condenar uma criança ao bullyng eterno. Deveriam perder o pátrio poder por uma barbaridade como essa. Aliás, é prerrogativa do Oficial de Registro Civil submeter tal tipo de ESTUPIDEZ ao Juiz DE DIREITO Corregedor DOS CARTÓRIOS. Houve mudança no Código CIVil QUE permite isso. Brasil, um país de RETARDADOs mentais.