Processo contra a morte

Antes de dormir, só um comentário sobre isso que meu amigo Luiz Franz escreveu agora há pouco no perfil dele: “Do jeito que estão falando dos mortos por aqui, com uma intensa dose de hipocrisia social, imagino que quando o Aécio morrer digam “um alegre bon vivant, muito estimado pelos colegas”. E o Temer será “pai e marido exemplar”.
Eu discordei, porque o Franz parte da premissa errada de que Aécio e o jaburu poderão um dia morrer. Se recorrerem antes ao Supremo e forem sorteados pelo Gilmar Mendes, eles ganham liminar e nenhum deles morre. E a morte ainda acaba presa na masmorra de Curitiba para delatar todo mundo.

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