A obra é do gaúcho Eduardo Vieira da Cunha. Parar e olhar um quadro como esse é uma experiência singela e compensadora, copiada do jornal The New York Times e de uma pesquisadora de Harvard. Veja o que esse desafio significa no texto que escrevi para o Extra Classe, com link logo abaixo. https://www.extraclasse.org.br/opiniao/colunistas/2026/04/olhe-esta-imagem-por-10-minutos/

As mulheres e o extremismo que mata

Levei muita bordoada quando escrevi em meu perfil no Facebook, pela décima vez, e sem nenhuma originalidade, que o feminicídio é mais do que expressão do machismo histórico, é hoje uma doença social do fascismo bolsonarista (é o mesmo texto que está antes deste no blog). Muitos comentários tentaram tirar meu ‘lugar de fala’, certamente

Vamos repetir: o feminícidio é uma doença do fascismo bolsonarista

Toda tentativa de abordagem das causas dos feminicídios que se desviar do enfrentamento do fascismo será incompleta e irá escamotear o que importa. O feminicídio tem raízes no machismo desde tempos bíblicos. É o óbvio que nem precisaria ser repetido. Hoje, essas raízes são fortalecidas pela extrema direita organizada em torno dos seus líderes. É

Tudo termina em banquete

Santa Catarina continua nas manchetes. Ficamos sabendo agora que o Ministério Público considera inconsistente o inquérito do caso do cão Orelha feito pela polícia. E que dos quatro jovens inicialmente apontados como suspeitos, três ficaram de fora do inquérito. Só falta ficarmos sabendo que as famílias de todos os envolvidos participavam de banquetes com as

Racista argentina é presa. E se fosse brasileira?

A influencer e advogada argentina Agostina Páez, acusada de fazer gestos racistas no Brasil (imitando um macaco e gritando ‘negro de merda’ para um garçom), foi detida hoje em uma delegacia do Rio de Janeiro. A mulher de 29 anos estava em liberdade condicional e chegou a ser transferida para o Complexo Penitenciário de Bangu.