Quem ainda precisa de Flávio Bolsonaro?
Uma pesquisa qualitativa, dessas bem ao gosto de marqueteiros que reorientariam até o discurso de Jesus Cristo, pode esclarecer como os eleitores enxergam Flávio Bolsonaro como expressão da oposição a Lula. Não para que digam genericamente que representa o antilulismo ou o pai. Flávio ainda carrega nas costas os sonhos e delírios do eleitor disruptivo?
