PACHECO ACHA “NATURAL” A MILITARIZAÇÃO DO GOVERNO

Rodrigo Pacheco é o novo nome que Globo, Folha e Estadão apresentam como possível candidato da terceira via para enfrentar Lula, pois todos os outros, sem potência política, falharam até agora. Pacheco (DEM-MG) engavetou a CPI do Genocídio, que só foi desengavetada por ordem do Supremo. O presidente do Senado não queria problemas com Bolsonaro

OS PÂNTANOS DE BOLSONARO ENGOLEM OS MILITARES

Complica-se cada vez mais a imagem das Forças Armadas, com a participação de generais e altos oficiais como protagonistas de todas as áreas do governo negacionista, vingativo, destruidor, medíocre e corrupto de Bolsonaro. Confirma-se uma previsão que se repete desde o início do governo. Com grande participação de cerca de 6 mil militares no poder,

A REVANCHE DOS MILITARES

Bolsonaro está ganhando de goleada. Mandou mais de 10 generais embora do governo, quase todos humilhados pelos filhos dele, e não aconteceu nada. Empurrou o vice Hamilton Mourão para uma função subalterna e perigosa, sob o comando de Ricardo Salles e seus grileiros, e não acontece nada. Dispensou o ministro da Defesa e os comandantes

PREOCUPADOS COM A ANARQUIA

Todos os jornalões advertem que, se Eduardo Pazuello ficar sem punição, a anarquia pode se disseminar no Exército. São posições fortes da Folha, do Estadão e do Globo, em editoriais e nos espaços dos comentaristas. O Estadão chega a dizer que Bolsonaro se comporta como chefe de milícia. Isso significa alguma coisa? Significa apenas que,

É PRECISO MEDIR OS ESTRAGOS DO GENERAL DA CLOROQUINA NA IMAGEM DOS MILITARES

O Datafolha tem subprodutos irrelevantes das pesquisas que faz. Por exemplo, por que perguntar para pessoas em situação de miséria se estão satisfeitas com o auxílio emergencial de R$ 150 a R$ 375, se a resposta é a esperada? Para 87%, o auxílio não significa quase nada. É o que diz o Datafolha desta semana.

O JORNALISMO DEVE DIZER A BOLSONARO: NÃO MORREU AQUI ESSA HISTÓRIA

Bolsonaro lançou um desafio ao jornalismo, quando disse, no seu papel preferido de caricatura de ditador, que os motivos da demissão dos chefes militares são assunto dele e do novo ministro da Defesa. Só ele e o general Braga Netto saberiam o que aconteceu. E pronto. Essas foram as frases de Bolsonaro, na live de

O FIM DE BOLSONARO

Terminou o tempo para Bolsonaro. A partir de agora, para acalmar empresários, grileiros, milicianos, militares, negacionistas e fascistas sem geral, ele finge que governa e todos eles fingem que são governados. A direita está apenas à espera de uma alternativa para se livrar do genocida, que talvez tenha hoje somente o apoio dos generais. É

O GOLPE DE BOLSONARO É BLEFAR E METER MEDO

A palavra povo não aparece nas falas rasas que Bolsonaro tenta fazer de improviso. Não aparece muito menos nos discursos em que ele soletra o que escrevem para que leia o que não sabe numa máquina de teleprompter, olhando mecanicamente para os lados e forçando entonações e pausas em que imita a si mesmo. O

LULA EXPÔS O DILEMA DOS MILITARES QUE DÃO PROTEÇÃO A BOLSONARO

Lula começa a atormentar a direita e a extrema direita porque só ele é capaz de atitudes consideradas impensáveis. Quando alguém, em manifestação pública, ao vivo para todo o Brasil, questionaria a postura dos militares de forma tão incisiva, como fez Lula esta semana em São Bernardo do Campo? Não foi um questionamento retórico, como