ADIÓS, GARCIA

A Globo suportou Alexandre Garcia no peito e na raça por décadas, como retribuição pelos bons serviços prestados quando foi porta-voz da ditadura no governo de Figueiredo. Mas não suportou o desplante do sujeito que decidiu manifestar apoio explícito a Bolsonaro, dentro da empresa que abriu guerra contra o eleito da extrema direita. Alexandre Garcia