COM CHEIRO DE FÁBRICA E DE TERRA

Estive ontem e hoje com duas figuras que admiro muito por seus vínculos de origem com o chão de fábrica, com a terra, o trabalhador e o povo. Claudir Nespolo, presidente licenciado da CUT/RS e pré-candidato a deputado federal, e Dionilso Marcon, deputado federal e pré-candidato à reeleição.

Ambos têm o que os líderes autênticos conquistam com muita dedicação e integridade: base social. O lastro político deles é o povo que ajudou a manter o PT vivo e forte, enquanto os partidos da direita caem aos pedaços.

Na primeira foto, Claudir está lá atrás, bem ao centro da turma que conversou conosco no Café Nossa Cara, ontem no Bom Fim. Claudir não está na última fila só porque é um cara grandão. Está lá porque já percebi que esse é o jeito dele.

Admiro demais o Claudir. Esta foto mostra muito bem quem é esse líder metalúrgico.

E o outro líder é o Dionilso Marcon, com trajetória de luta política na agricultura familiar e ao lado dos sem-terra. É um agricultor assentado que se elegeu deputado.

Notem que falta a última falange do dedo indicador da mão esquerda do Marcon. Ele me contou hoje que perdeu a ponta do dedo há muitos anos num moedor de milho. Por isso se diverte dizendo que o seu “L” de Lula feito com os dedos é minúsculo.

Tenho me encontrado com Claudir e Marcon porque me identifico em muitas coisas com os dois. Fui um dos tantos interioranos empurrados para a Capital em busca de trabalho. Mas sou até hoje um fronteiriço extraviado.

A simplicidade desses dois líderes tem força porque é autêntica, é da natureza deles, não é fabricada. Estou bem ao lado do Claudir e do Marcon.

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