A mulher do traficante poderia se infiltrar no poder e até ganhar comenda

A mulher de um grande traficante misturou-se a um grupo e, numa barbeiragem de alguém do governo, esteve em audiência no Ministério da Justiça. Os jornais e a Globo estão deitando e rolando.

É grave e poderia ter sido muito pior. Imaginem se a mulher e o traficante fossem vizinhos de condomínio de Flávio Dino ou de Lula.

Se esse vizinho tivesse assassinado Marielle. Se o marido miliciano de outra mulher tivesse depositado cheques para a mulher de Lula.

Se um miliciano matador tivesse sido homenageado com comendas douradas pelos filhos de Lula.

Se o Ministério da Justiça recebesse todos os dias facções de milicianos. Se parentes deles fossem assessores de Lula ou de filhos de Lula.

Se um miliciano amigo do governo tivesse sido executado na Bahia como queima de arquivo.

Imaginem se o presidente da República fosse ligado, desde o começo na política, a grupos de milicianos.

E se os milicianos enviassem PIX ao presidente.

Imaginem o alvoroço da imprensa se o governo estivesse tomado de facções criminosas, milícias digitais e bandidos de todo tipo.

Se a bandidagem tivesse gabinetes dentro do Planalto, misturados aos gabinetes de militares golpistas.

Imaginem o problemão se os bandidos ficassem quatro anos no poder.

A presença dessa mulher no Ministério da Justiça poderia ter custado caro.

Imaginem se, ao invés de participar de uma reunião, ela e o marido participassem do governo. Ela poderia se infiltrar e ficar no poder.

Nem vamos ficar imaginando uma situação tão absurda. Essas visitas são muito traiçoeiras.

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