Rosa, Nava, Adélia, Drummond e Carolina de Jesus foram esnobados no Roda Viva

O Roda Viva entrevistou a mineira Carla Madeira, fenômeno da literatura brasileira do século 21, e ninguém perguntou como os grandes autores mineiros do século 20 aparecem na sua escrita.

Minas nos deu Pedro Nava, os dois Drummond (o Carlos e o Roberto), Alphonsus de Guimaraens, Guimarães Rosa, Adélia Prado, Fernando Sabino, Lara Resende, Paulo Mendes Campos, Carolina de Jesus, Rubem Fonseca (mesmo que seja mais carioca), Humberto Werneck, Hélio Pellegrino, Geraldo Mayrink, Oswaldo França Júnior, Murilo Mendes, Wander Pirolli, Cacaso, Maria Clara Machado, Fernando Morais, Henriqueta Lisboa, Murillo Rubião, Conceição Evaristo, Darcy Ribeiro, Luiz Vilela, Luiz Rufatto…

Nenhum Estado tem um time deste tamanho. Carla, autora do best-seller Tudo é rio (Record), poderia falar do poder inspirador dessa gente na sua ficção.

Mas ninguém da bancada perguntou, e as almas dos mortos e dos vivos andaram por ali, circulando pelas entrelinhas, e não foram chamadas para a conversa.

One thought on “Rosa, Nava, Adélia, Drummond e Carolina de Jesus foram esnobados no Roda Viva

  1. Prezado Moisés,
    Será que Há diálogo ? Li “Tudo é Rio” E Não vi nenhuma conexão com os autores referidos. Antes, percebi que Os romances da autora se conectam com Os Folhetins, principalmente do Século XIX, com falhas de verossimilhança Graves. De certa maneira, respiro aliviada de não a ligarem a Essses autores.

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