OLHA ELE DE NOVO AÍ, GENTE

O Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina pode se recuperar ou repetir o que fez no passado, quando poupou de cassação o prefeito de Brusque e não condenou o autoproclamado véio da Havan por abuso de poder econômico.

O TRE poupou os dois, mas em maio deste ano o TSE decidiu: ambos deveriam ser condenados. O prefeito Ari Vechi (MDB) perdeu o cargo e ele e o véio ficaram inelegíveis por oito anos.

A chance de recuperação do TRE é oferecida por caso semelhante em que o provocador do abuso é de novo o véio da Havan, por uso de recursos próprios, incluindo um helicóptero, em favor do senador Jorge Seif (PL), ao centro na foto, na campanha de 2022.

A ação em julgamewnto a partir desta quinta-feira foi movida pela coligação Bora Trabalhar, adversária de Jorge Seif na corrida ao Senado nas eleições de 2022.

Por que o senador pode escapar? Porque até o Ministério Público se posiciona contra a cassação do mandato por não ver abuso. Como TRE não viu no caso de Brusque.

Alguma surpresa? Nenhuma. Figuras da política de Santa Catarina e empresários com poder econômico têm sorte da absolvição, por acasos que acontecem.

Por acaso, o senador e o véio podem ser absolvidos. Mas, com o precedente do caso de Brusque, não terão o mesmo acaso em Brasília. Se tiverem, o prefeito de Brusque poderá perguntar: por que só eu?

E no dia 7 de novembro finalmente acontecerá no TRE do Rio Grande do Sul o julgamento do processo contra o prefeito de Bagé, Divaldo Lara (PTB), e seu vice, Mario Mena Kalil, ambos do PTB.

E o véio da Havan é personagem de novo em caso parecido. Todos são acusados, por ação de 2020 da chapa da coligação liderada pelo PT, do candidato Luiz Fernando Mainardi, derrotada na eleição municipal daquele ano.

A ação é por abuso de poder econômico e chegou a ser engavetada em primeira instância.

O Ministério Público atendeu a recurso do PT e pediu o desengavetamento. A investigação voltou a correr e agora vai a julgamento no TRE.

Esses são as alegações do PT. No dia 11 de novembro de 2020, às vésperas da eleição, o véio da Havan desembarcou na cidade a bordo do jatinho da empresa e transmitiu uma live em que advertia: a instalação de uma loja da rede em Bagé dependia da vitória de Lara, candidato à reeleição.

No mesmo dia, o sujeito voou de jatinho a Santa Rosa e fez o mesmo apelo em favor do candidato Anderson Mantei (PP), que acabou eleito. Se não votassem em Mattei, Santa Rosa não teria uma loja da Havan. Mantei se elegeu.

No ano passado, o prefeito e o empresário foram absolvidos por sete a zero no TRE gaúcho, porque a promessa (que o Ministério Público viu como coação aos eleitores) seria protegida pela liberdade de expressão.

O povo crédulo de Bagé e Santa Rosa espera até hoje pelas lojas da Havan.

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SABOTAGEM
Os apresentadores de notícias da Globo repetem da manhã à noite que os números da matança em Gaza “não podem ser verificados de forma independente”.

A Globo quer dizer que só as informações do ‘ocidente’ são independentes, mesmo que isso nada signifique para as vítimas dos bombardeios israelenses.

A Globo é cúmplice do massacre. Todas as corporações de mídia do Brasil tratam a matança com normalidade.

(O fxissi buuuks está sabotando todos os textos que tenham a palavra G#zzz@. Todos os textos)

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