Adilson Moreira e o lucrativo negócio dos humoristas racistas

O texto que compartilho abaixo foi publicado na coluna de Djamila Ribeiro na Folha de S. Paulo. Mas não é da filósofa e escritora, e sim do pesquisador do racismo Adilson Moreira. Publico a íntegra, inclusive com a introdução de Djamila. FOLHA DE S. PAULO O racismo recreativo de Leo Lins Djamila Ribeiro Convidei o

A trincheira branca em defesa do humorista adorado pelos racistas

Jornalistas com pinta de valentes, mas que nunca defenderam colegas cercados pelo fascismo na Justiça, aderiram com força ao que Luan Araújo define como “um pacto da branquitude, que está mais ativo, articulado e despudorado do que nunca”. O pacto dos brancos é para defender o direito absoluto de expressão do humorista Léo Lins, condenado

Por que o racista Léo Lins não debocha de figuras da extrema direita

Romeu Zema entende que, dependendo do ponto de vista, houve ou não ditadura no Brasil. Dedicado ao projeto de ser o novo Bolsonaro, o mineiro reativa a falsa dúvida do fascismo e assim passa a sua convicção: não houve ditadura no Brasil. Zema requenta o dilema cretino sobre o que possa ter acontecido depois de

Os fascistas que se acham engraçadinhos

A jornalista Mariliz Pereira Jorge publicou na Folha uma lista de “piadas” do fascistão Leo Lins, que se apresenta como humorista e foi defendido publicamente por Fábio Porchat. Alguns podem dizer que não se deve publicar essas imundícies, mas é preciso que se saiba o que o sujeito diz em vídeos e shows. Eu li