Não se esqueçam da luta de Verissimo contra o fascismo

No final de 2012, em Paris, Luis Fernando Verissimo falou pela primeira vez da morte sem zombaria. Foi numa entrevista ao amigo jornalista Fernando Eichenberg, do Globo, quando disse que começava a perceber a morte como uma piada. Estava falando sério, preocupado com a perspectiva de vir a durar pouco tempo. Havia completado 76 anos,

Adilson Moreira e o lucrativo negócio dos humoristas racistas

O texto que compartilho abaixo foi publicado na coluna de Djamila Ribeiro na Folha de S. Paulo. Mas não é da filósofa e escritora, e sim do pesquisador do racismo Adilson Moreira. Publico a íntegra, inclusive com a introdução de Djamila. FOLHA DE S. PAULO O racismo recreativo de Leo Lins Djamila Ribeiro Convidei o

Ziraldo e o papel de pão na sessão de autógrafos

Lembranças de Ziraldo na Jornada de Literatura de Passo Fundo, em 2001. A Jornada acontecia num grande circo com vários circos menores ao redor, que também chamavam de tendas. O circo de lona central está lotado para mais um debate. Ziraldo senta-se na primeira fila, onde eu já estava porque havia chegado cedo para pegar

Os fascistas que se acham engraçadinhos

A jornalista Mariliz Pereira Jorge publicou na Folha uma lista de “piadas” do fascistão Leo Lins, que se apresenta como humorista e foi defendido publicamente por Fábio Porchat. Alguns podem dizer que não se deve publicar essas imundícies, mas é preciso que se saiba o que o sujeito diz em vídeos e shows. Eu li

O CABÔCO MAMADÔ E O CABÔCO ASSEDIADÔ

Esse Caboclo da CBF seria um dos mortos-vivos do cemitério do Cabôco Mamadô do Henfil. Esse Rogério Caboclo bolsonarista e bagaceiro estaria em área nobre no cemitério do Cabôco que enterrou muita gente ruim (e até muita gente boa) nos anos 70. Até nisso regredimos. Já tivemos o Cabôco Mamadô do Henfil e agora temos

EXTRA!!! EXTRA!!! SAIU A SÉTIMA DOSE DO GRIFO

Já está nas melhores bancas virtuais a edição número 7 do melhor jornal de humor da América do Sul. O Grifo, editado pela Grafar, sob os cuidados de Marco Antonio Schuster, Celso Augusto Schröder e Paulo de Tarso Riccordi, tem capa do Lucas Levitan e uma homenagem especial de Edgar Vasques ao genial Canini. E