Vamos imitar os argentinos

Depois de vencida a pandemia, temos que pensar em algo que não exige prática nem habilidade: bater panelas nas ruas. Fazer o que os argentinos sempre fizeram. Não basta bater panela comodamente nas janelas. É preciso fazer barulho nas ruas, naquelas caminhadas da Esquina Democrática até o Largo Zumbi dos Palmares. Mas agora com panelas.

A ARMA, O ASSASSINO E O ESPECIALISTA

Este não é um relato para quem já está saturado de ler sobre a chacina na zona sul de Porto Alegre. O assassino do casal e do filho apresentou-se à polícia. Dionatha Bitencourt Vidaletti teve dois dias como foragido para preparar sua defesa. Disse ao delegado que a arma com que matou as três pessoas

A BARBÁRIE E O JORNALISMO

O jornalismo aprendeu, desde muito antes de Truman Capote, que um crime será contado pela metade se pouco ou nada se ficar sabendo do criminoso. Por isso a missão do jornalismo agora é contar quem é, o que faz, por que andava armado Dionatha Bitencourt Vidaletti, assassino do pai, da mãe e do filho na

A FRAUDE DOS FOGOS NA ‘ORLA’

Uma frustração e um sentimento de que as crianças autistas, os idosos, os doentes e os bichos foram enganados. O show de fogos na ‘orla’ de Porto Alegre continua tendo muito estouro. Disseram que agora seria um espetáculo sem barulho, apenas com o efeito dos fogos. Fiquei curioso. Mas que nada. Hoje teve os mesmos