Uma sugestão para Fabiana Bolsonaro

Ainda sobre Fabiana Bolsonaro, a deputada paulista que se pintou de preto para atacar Erika Hilton e que, descobre-se agora, declarou-se ao TSE como uma candidata parda em 2022. O UOL apurou que, nessa condição, que a iguala a uma pessoa negra, ela recebeu dinheiro do Fundo Eleitoral destinado a candidatos negros. Outros brancos fazem

As pautas dos negros não interessam à direita

A Folha publica um estudo sobre o engajamento às pautas da igualdade racial na Câmara dos Deputados. Foi feito pelo Instituto Peregum com a Fundação Tide Setubal e aborda ações legislativas sobre o tema, nas áreas da educação, saúde, combate ao racismo e políticas afirmativas. Nos quadros, os deputados que mais se dedicam às pautas

Racista argentina é presa. E se fosse brasileira?

A influencer e advogada argentina Agostina Páez, acusada de fazer gestos racistas no Brasil (imitando um macaco e gritando ‘negro de merda’ para um garçom), foi detida hoje em uma delegacia do Rio de Janeiro. A mulher de 29 anos estava em liberdade condicional e chegou a ser transferida para o Complexo Penitenciário de Bangu.

Folha esconde o nome de Bolsonaro em condenação por fala racista

Esta chamada passou a tarde na capa da Folha: “Político vai pagar R$ 1 mi por racismo”. O político é, por acaso, esse mesmo, Jair Messias Bolsonaro, condenado por fala racista pelo TRF4. Compartilho abaixo texto do DCM sobre a condenação, decidida por unanimidade, a partir de voto do relator, desembargador Rogério Favreto: https://www.diariodocentrodomundo.com.br/bolsonaro-e-condenado-por-racismo-e-vai-pagar-indenizacao-de-r-1-milhao/

Está cada vez mais difícil obter o visto de entrada nos Estados Unidos, onde até moradores históricos do país passam a ser perseguidos, como os negros de Washington. O texto com link logo abaixo, publicado no Extra Classe, fala de uma experiência que envolve as novas vítimas do neofascismo e do racismo de Trump. https://www.extraclasse.org.br/opiniao/2025/08/os-negros-de-washington/

Adilson Moreira e o lucrativo negócio dos humoristas racistas

O texto que compartilho abaixo foi publicado na coluna de Djamila Ribeiro na Folha de S. Paulo. Mas não é da filósofa e escritora, e sim do pesquisador do racismo Adilson Moreira. Publico a íntegra, inclusive com a introdução de Djamila. FOLHA DE S. PAULO O racismo recreativo de Leo Lins Djamila Ribeiro Convidei o

A trincheira branca em defesa do humorista adorado pelos racistas

Jornalistas com pinta de valentes, mas que nunca defenderam colegas cercados pelo fascismo na Justiça, aderiram com força ao que Luan Araújo define como “um pacto da branquitude, que está mais ativo, articulado e despudorado do que nunca”. O pacto dos brancos é para defender o direito absoluto de expressão do humorista Léo Lins, condenado

O dedo de Luighi na cara de todos os covardes

Uma cena constrangedora para o jornalismo. O jogador Luighi, do Palmeiras, pergunta chorando ao repórter que o entrevista se ele não vai perguntar sobre os ataques racistas que sofreu em jogo da Copa Libertadores Sub20 no Paraguai. Não importa se o repórter é paraguaio ou brasileiro. Passam pano em toda parte, como passaram durante anos