Corporações da grande imprensa terão que decidir entre a democracia e o fascismo
É errática, por vocação, a caminhada das corporações de mídia até aqui, quando estamos a três semanas do primeiro turno em 4 de outubro. É confusa porque parte das organizações ainda aposta no imponderável da alternativa da terceira via ou em algum milagre que possa livrá-los de Lula e de Flávio Bolsonaro. Mas como será
