ELES TÊM CIÚME DE ALEXANDRE GARCIA

Ruy Castro, Fernando Gabeira, Ricardo Noblat, Merval Pereira e outros só não são bolsonaristas porque as empresas que os empregam são inimigas do sujeito.

Se Folha e Globo não tivessem broncas mortais com Bolsonaro, nenhum deles estaria hoje fazendo jogadas para a torcida e pedindo até que Bolsonaro se mate.

Alguns até são fofos, mas todos são da direita da direita. Foram golpistas em 2016 e fazem o jogo raso do antilulismo, antipetismo e anticomunismo dos bolsonaristas.

São figuras que sofrem porque não podem estar ao lado de Bolsonaro e do colega Alexandre Garcia.

Garcia foi deixado pela Globo, escancarou o armário e se libertou. É um militante assumido da extrema direita. É bolsonarista, negacionista e quase terraplanista.

Todos os outros têm ciúme de quem se libertou do controle dos patrões inimigos da família de milicianos. Eles queriam ser Alexandre Garcia.

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A SABOTAGEM
O truque agora para sabotar a vacina é a proibição de uso de três tipos de seringas. Das quatro aprovadas historicamente pelo Plano Nacional de Imunização, Bolsonaro só aceita uma.

A única que o fascismo aceita é a seringa com rosca. Porque assim a produção é quase cinco vezes menor.

É claro que Bolsonaro força a falta de seringas, para atrasar a vacinação.

O acovardamento quase generalizado faz com que os genocidas continuem agindo à vontade, com todo tipo de desculpa para fazer sabotagem.

Antes de ter vergonha da existência de Bolsonaro, o Brasil conformado precisa ter vergonha de si mesmo.

Não é ter pena, é ter vergonha. A vergonha mais profunda e dolorosa com tanta resignação.

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A FORD ABANDONA A BAHIA
Em 1999, a Ford tentou lograr as gaúchos, abandonou seu projeto em Guaíba e fugiu para a Bahia, numa estratégia suja montada por tucanos e pela direita do Estado, para tentar comprometer o então governador Olívio Dutra e o PT.

Chegou a levar parte dos incentivos que recebera e em 2001 inaugurou a primeira fábrica de automóveis no Nordeste.

Agora, abandona também os baianos. Ninguém deve comemorar a desgraça de ninguém, muito menos de baianos.

Mas o que acontece agora em Camaçari poderia estar acontecendo em Guaíba, se Olívio tivesse cedido às pressões da montadora.

Sempre lembrando que a Ford tentou embolsar mais de R$ 160 milhões, que depois, sob pressão da Justiça, teve de devolver ao Estado.

Os baianos não merecem o que aconteceu com a decisão da Ford de abandonar a produção de veículos em todo o Brasil.

Mas fica claro que o projeto que seria para muitas décadas era provisório e durou apenas 20 anos, enquanto teve incentivos.

E em 1999 tinha muita gente achando que a Ford amava os gaúchos. Desprezada e ‘mandada embora’, apaixonou-se de repente pelos baianos.

Era tudo por dinheiro, muito dinheiro. A Ford comeu bilhões em incentivos federais e estaduais e agora fecha tudo.

(O lamentável é que mais vez o governador envolvido na lambança da Ford é um petista, Rui Costa, um dos grandes nomes da esquerda brasileira. Rui Costa e os baianos saberão dar a volta por cima.)

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O HUMOR DE THE CAVERÁ TIMES

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