FOI-SE LUCIANO HUCK. INVENTEM OUTRO

Luciano Huck testou as forças e as manobras da política como um amador. Recebeu afagos de Fernando Henrique Cardoso, o sinhozinho tucano que não manda mais nada no partido, consultou o mercado financeiro, conversou com amigos do mundo dos bacanas, ouviu a Globo, hipnotizou-se com o auditório, titubeou e acabou concluindo que não tem talento nem estrutura para aguentar uma campanha.
Huck sabe que poderia ser traído, se não aumentasse seus 8% nas pesquisas, que os votos de Lula não iriam tudo para ele (como o DataFolha insinuava, se Lula ficar de fora) e que os próprios tucanos ressentidos se encarregariam de pulverizá-lo. E ele seria então o candidato do PFL.
O ‘novo’ no PFL de Zé Agripino e Pauderney. Huck seria o saco de pancadas da campanha. Ele e a Globo levariam bordoadas.
Um sujeito que prega altruísmos (mesmo que patrocinados) e compra um jato de R$ 17 milhões com dinheiro do BNDES não tem como ser candidato.
Huck sabia, no fundo, que era mais um impostor da direita. Era um teco-teco. Que inventem outro.

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