Os apitos de chefão de Campos Neto para o mercado e a extrema direita

Esse trecho a seguir é de um texto publicado em 22 de janeiro de 2003 pelo ex-ministro Delfim Netto, na Folha de S. Paulo. Mesmo que o contexto seja bem diferente, quando se iniciava o primeiro governo Lula, vale a pena ser lido. “Em primeiro lugar, não é o Banco Central quem determina a política

Os recados atrevidos de Campos Neto a Lula

Roberto Campos Neto não vai, mesmo cercado, pressionado e vaiado, deixar a presidência do Banco Central. Porque, diz ele mesmo, se deixasse, nada iria mudar. A resposta previsível a uma pergunta inevitável, no final da entrevista ao Roda Viva, tem um componente só aparentemente sutil. Ele não sai e, se sair, tudo fica como está.