O leitor depreciado por causa do ‘sabor conspiratório’

Frustraram-se os que esperavam que a ombudsman da Folha abordasse hoje, pelo ponto de vista das corporações, as três manchetes iguais do novo cerco ao filho de Lula. Alexandra Moraes só citou o assunto e escreveu: “A coincidência soa absurda e não é nada boa, mas pode acontecer (os títulos nos sites eram menos iguais).

Por que a Folha protege jornalistas, colunistas e robôs?

Por que a ciência expõe o uso da Inteligência Artificial e o jornalismo esconde? O que leva a Folha de S.Paulo a proteger seus profissionais e colunistas como se fossem viciados em IA e usuários de drogas? Se é normal, por que escondem? É a pauta do meu texto no jornal Extra Classe. www.extraclasse.org.br/opiniao/2026/04/as-intimidades-secretas-entre-robos-e-humanos/

Ombudsman da Folha finge não saber o que seus colegas publicam

A ombudsman da Folha de S. Paulo, Alexandra Moraes, abordou nesse domingo a farsa montada pelo jornal ao divulgar pesquisa do seu instituto Datafolha, na semana passada, sobre as maiores preocupações dos brasileiros. Apesar da preocupação com a corrupção estar em quinto lugar (a saúde e a segurança estão em primeiro), a Folha chamou a

Fumaça impede ombudsman da Folha de ver os incendiários

Alexandra Moraes, ombudsman da Folha (foto), aborda as queimadas e suas consequência em sua coluna desse domingo. Mas não usa em nenhum momento a palavra investigação. Da investigação policial, que continua e mostra indícios de estar chegando a grupos organizados de incendiários. E da investigação jornalística, que inexiste. A ombudsman desqualifica as ações do governo,

Ombudsman da Folha volta a amarelar

É precário e constrangedor para o jornalismo o texto de Alexandra Moraes, a ombudsman da Folha, na edição de hoje, sobre o crescimento do fenômeno Pablo Marçal e as abordagens da imprensa. Repete o modelo do texto de domingo passado. Terceiriza opiniões e não diz nada com nada. Um ombudsman é pago para analisar principalmente

Investigar pra quê?

Da ombudsman da Folha, na edição de hoje, sobre a Lava-Jato: se o jornalismo decidiu que pode viver de divulgar delações, sem qualquer esforço de investigação, para que precisamos de jornalismo? Diz Paula Cesarino Costa: “É preciso, no entanto, que os jornais em geral, e a Folha em particular, almejem papel de maior relevância. Se

Janot e o conluio dos vazadores

Espera-se a resposta da ombudsman da Folha ao agressivo ataque do procurador-geral da República. Rodrigo Janot desqualificou a informação da jornalista, publicada no domingo, segundo a qual um conluio entre procuradores e jornalistas provocou o vazamento da lista com os novos nomes dos investigados da Lava-Jato. Paula Cesarino Costa foi categórica. Todos os jornais publicaram