O FILHO FICOU NUMA BOA

Os promotores do grupo que investiga os crimes de Flávio Bolsonaro no Ministério Público do Rio foram exonerados antes da posse do novo chefe do MP.

Trocam os promotores de cada grupo do MP estadual, nas mais variadas áreas, porque essa é a ‘tradição’. Foi o que os jornais noticiaram durante todo o dia.

Pela tradição, o chefe que sai limpa os quadros, para que o chefe que entra remonte tudo.

O problema é que a posse aconteceu no dia 15 (Luciano Mattos no lugar de Eduardo Gussem), e o grupo do caso da quadrilha de Flavio não foi remontado. E, se for, pode ser com outros promotores.

Tudo por causa da tal tradição, que privilegia chefias, em vez de valorizar a continuidade do trabalho de servidores de carreira do Estado, e não os amigos ou inimigos de governos e facções.

A tradição pode assegurar a impunidade do filho empreendedor de Bolsonaro. O MP do Rio era uma instituição brava.

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BRIGITTE E ARMÍNIO
Brigitte Bardot e Armínio Fraga deram declarações recentes sobre a pandemia, a vacina, direitos e a humanidade.

Leiam abaixo trechos das duas declarações, sem a identificação do autor, e tentem descobrir qual é a de Brigitte, a humanista defensora da vida, da Terra e dos animais, e qual é a de Armínio, um dos gurus do liberalismo e da velha direita brasileira:

“Quando essas 5 milhões de pessoas tiverem se ido da Terra, a natureza irá recuperar seus direitos. Me perguntas se este vírus é algo bom. Sim, é uma espécie de regulação da superpopulação, que não podemos controlar.”

“A pandemia deve ser tratada como uma emergência. A vacina é um bem público. Não é justo deixar que alguém (os empresários), por ter mais dinheiro, entre num leilão e tire a vacina de um espaço que é público. É um caminho indesejável. Seria uma pena se esse fosse o caminho escolhido.”

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