Jogadores argentinos não querem conversa com Milei

Milei tentou capitalizar a Copa heroica de Messi e seus companheiros de Seleção. Chegou a armar uma recepção do governo aos jogadores que pretendiam viajar a Buenos Aires, mesmo que só com o título de vice. Messi mandou dizer que não e que não irá voltar agora à Argentina. É a manchete do La Nación.

Eles conseguiram: a mesma fonte, na mesma manchete, com informações conflitantes

Duas manchetes, do Estadão e do Globo, com a mesma fonte sobre a mesma pauta. Aqui a manchete do Estadão: “Rubens Barbosa: Brasil é um dos mais penalizados pelos EUA porque não negociou. E vale a lei da selva”. A linha de apoio da manchete é esta: “Ex-embaixador em Washington e Londres aconselha o governo

Folha acha que houve investigação comercial

Manchete da Folha tenta legitimar, como aval de um jornal brasileiro, a sabotagem de Trump e da família Bolsonaro ao Brasil: “EUA decidem taxar produtos do Brasil em 25% após investigação comercial sobre Pix e etanol” O tarifaço seria consequência de uma ‘investigação comercial’, e não da imposição política unilateral do gângster americano, com o

A carta-traição de Flávio sobre o tarifaço não é coisa de amador

Em situação de normalidade, a carta enviada por Flávio Bolsonaro ao USTR (Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos) seria uma tragédia para a direita. Em situações anormais, que o Brasil enfrenta pelo menos desde o golpe contra Dilma, em 2016, a carta é apenas uma barbeiragem. Flávio diz às autoridades americanas, na carta-relatório, que

Gaspari descobre o filho de Zuckerberg

Leiam esse trecho da coluna de Elio Gaspari hoje na Folha: “Chegou às livrarias nos Estados Unidos o novo livro da repórter Maggie Haberman, é “Regime Change” desta vez com seu colega Jonathan Swan. Destrincha o primeiro ano do governo de Donald Trump. Resulta um presidente vingativo, egocêntrico e mercurial. Na sua Casa Branca, o

Folha acredita mesmo que Flávio é contra o tarifaço de Trump

Notícia de release do PL, que Monica Bergamo publica na Folha, com certa candura: “Flávio Bolsonaro se inscreve para falar contra tarifaço em audiência nos EUA”. E logo abaixo ainda acrescenta: “Segundo Paulo Figueiredo, ele fará defesa do PIX e argumentará que há outros mecanismos para combater a corrupção”. Uma versão de algo semelhante na

Trump, chame os irmãos de novo, mas não faça confusão do ungido com o foragido

Eduardo Bolsonaro já avisou que irá se queixar pessoalmente na Casa Branca da decisão do Supremo de condená-lo a quatro anos de cadeia por coação contra a Justiça. Porque, segundo ele, a condenação é inaceitável pelas leis dos Estados Unidos. Defendo que Eduardo leve Flávio junto e que façam o mesmo roteiro do primeiro encontro

Miliciano e mafioso, com pitadas de terror e horror, ou vice-versa

Para quem ficou em dúvida sobre a classificação ou não de Flávio Bolsonaro como terrorista, a partir da definição que ele mesmo defendeu na Casa Branca, recomenda-se a leitura de artigo do jurista Wálter Maierovitch, publicado nessa segunda-feira no UOL. Quem não quiser ler tudo, que leia pelo menos esse trecho esclarecedor: “Flávio Bolsonaro usou

Lula avisa: eles fugiram do Vietnã e serão derrotados aqui

Além de provocar o caos no sistema financeiro, Trump pode precisar de uma ação espetacular na sua caçada a terroristas no Brasil. Ordenaria uma invasão da Força Delta, como aconteceu na Venezuela, não aos palácios do Planalto e da Alvorada, mas a uma comunidade do Rio. As manchetes do dia seguinte, no Globo, na Folha