AS CHINELAGENS DA ARAPONGAGEM

Cresce a pressão na Argentina, entre juristas e imprensa, para que Mauricio Macri conte o que sabe da estrutura de espionagem ilegal que manteve durante seu governo, com ordens emitidas de dentro da Casa Rosada. Mas vai contar o quê? Na Colômbia, o governo de outro direitista, Iván Duque, mantinha (e talvez ainda mantenha) um

OS ‘SOMBRAS’ DE MACRI E BOLSONARO

Os argentinos já sabem quem era o servidor que fazia a ponte entre Mauricio Macri e os seus arapongas encarregados de perseguir adversários políticos. Era Dario Nieto, secretário particular de Macri, o Sombra, ao seu lado na foto. Esta semana, os promotores Cecilia Incardona e Santiago Eyerhabide pediram ao juiz federal Juan Pablo Auge que

PEGARAM OS ARAPONGAS ARGENTINOS. QUEM PEGA OS BRASILEIROS?

O homem dessa foto estava pronto para morar no Brasil, onde tem amigos (quem seriam?) e negócios, segundo o jornal digital El Destape. É Gustavo Arribas, que foi o poderoso diretor geral da Agência Federal de Inteligência (AFI) da Argentina. O juiz federal Juan Pablo Augé acabou com o seu sonho brasileiro. Ontem, o juiz

O JORNALISTA DELATADO E O JUIZ AFASTADO

Luis Majul (foto à esquerda) é um dos grandes nomes do jornalismo de direita na Argentina. Na outra foto está o juiz Federico Villena, que já mandou prender 22 envolvidos em espionagem contra adversários políticos no governo de Mauricio Macri. Pois Majul é um dos apontados como destinatários de informações dos espiões. E o juiz

JUIZ MANDA PRENDER 22 ARAPONGAS DE MACRI

Alan Ruiz (foto), que foi o poderoso diretor de Operações Especiais da Agência Federal de Inteligencia (AFI), a ABIN da Argentina, é um dos oito presos agora pela manhã por envolvimento com o esquema de espionagem montado pelo governo de Mauricio Macri para seguir Cristina Kirchner e líderes da oposição, além de jornalistas e sindicalistas.

OS ESPIÕES MILICIANOS DE MACRI

É maior do que parecia a estrutura de arapongas que Maurício Macri manteve durante seu governo. Descobriu-se agora que, com autorização do presidnete, a espionagem (criada para seguir Cristina Kirchner, jornalistas, senadores, deputados e sindicalistas) teve acesso a armas da Agencia Federal de Inteligência (AFI). No final do governo, foram ‘vendidas’ a preços simbólicos a