O galhofeiro editorialista parnasiano do Estadão

Essa é chamada de capa para o editorial do Estadão: “Ao atacar o STF de forma tão virulenta, Tarcísio tisnou o verniz de moderação que o distinguia de Bolsonaro”. O Estadão finge não saber que o extremista moderado iria tisnar o verniz. Não foi algo de inopino. Tem inteligência artificial de editorialista do século 19

Folha volta a abanar o rabo para o fascismo

Esse trecho é de editorial da Folha, que virou manchete na versão online, com ataques à decisão de Alexandre de Moraes de conter Bolsonaro com tornozeleira e prisão domiciliar: “A liberdade de expressão é direito que não abandona nem sequer quem cumpre pena – lição que o ministro Luiz Fux, que no passado censurou a

Jornalões abandonam a miséria moral de Tarcísio de Freitas

Há abundância de textos nos jornais da imprensa hegemônica com abordagens depreciativas de Tarcísio de Freitas e outros líderes apoiadores do cerco de Trump ao Brasil. Mas foi o editorial do Estadão, jornal que já comparou Trump a mafiosos, que fez o maior sucesso no domingo, com esse título: “Aprendizes de Bolsonaro”. E lá estão

Folha publica editorial com miríade de palavras do século 19

Abaixo, dois trechos do editorial de hoje da Folha, largando foguetes ao anunciar que a Argentina está saindo da recessão, o que é uma mentira e uma grosseria com seus leitores. Diz a Folha: “Contudo o recuo das despesas nacionais levado a cabo pelo governo recaiu com peso plúmbeo sobre a população, principalmente nos estratos

Como não podem bajular Bolsonaro, jornalões bajulam o fascismo argentino

Está agora na capa do La Nación, um dos grandes jornais de direita da Argentina e cúmplice encabulado do extremista no poder: “Análise: Milei, o centro de gravidade de uma política caótica” Título de editorial do Estadão, com elogios ao arrocho do fascista, que estagnou a economia e empobreceu a população: “O exemplo da Argentina”

Por que a Folha e a velha direita se bolsonarizaram

Bolsonarizar-se não é apenas aderir a Bolsonaro, mas também oferecer-se como base e agarrar-se ao que resultou de quatro anos de fascismo no poder. A índole e o espírito da extrema direita são o que interessa, não a figura que os sustentam. Bolsonarizar é um verbo, é uma ação muito mais pragmática do que ideológica.

A DESCOBERTA DO ESTADÃO

O Estadão descobriu que Bolsonaro não trabalha. Está no editorial do jornal. A grande imprensa é uma descobridora. Diz o editorial: “Bolsonaro passa todo o expediente a fazer o que sabe melhor: criar confusão e ultrajar os brasileiros. O problema é que Bolsonaro não trabalha”. O Estadão foi protagonista do golpe e ajudou na criação

MENOS EDITORIAIS E MAIS JORNALISMO

Há uma certa excitação entre jornalistas com o editorial em que a Folha condena “a sofreguidão com que Moro se prontificou a participar do governo Bolsonaro”. Os Frias descobriram só agora que a cumplicidade do ex-juiz com a extrema direita “abalou sua credibilidade e, por extensão, a da Lava-Jato”. O que isso significa, enquanto a

BOLSONARO ESTÁ NO MODO MANDRAKE

Há um esforço inútil da grande imprensa, mesmo a declaradamente antibolsonarista, para definir a atual situação de Bolsonaro como uma estratégia. O sujeito teria se aquietado porque tem método. Bolsonaro está na verdade no modo Mandrake. Não há método algum. Bolsonaro foi paralisado pela sequência de fatos, incluindo declarações e decisões, principalmente vindas do Supremo,