ELA É DO BALACOBACO

Quem é a representante do general Eduardo Pazuello em Pernambuco. Um perfil impagável, no blog do Ricardo Noblat, mostra a nova poderosa servidora do SUS, a socialite Ana Amorim. Representante do Ministério da Saúde em Pernambuco é do balacobaco RICARDO NOBLAT Ela chama o hotel Copacabana Palace de sua casa no Rio de Janeiro, e

UM CARA LEGAL

Está na Folha. Dos 27 secretários estaduais da Saúde, 17 aprovam o trabalho do general Eduardo Pazuello no combate à pandemia. Deve ser por isso que o Brasil tem apenas 79 mil mortes e que as UTIs não têm mais vagas, medicamentos e profissionais de saúde. Os secretários se declaram parceiros das omissões do governo.

O NOVO NORMAL DE BOLSONARO

É esdrúxula a notícia da coluna da Monica Bergamo na Folha. Bolsonaro pediu ao ministro interino da Saúde que telefonasse para Gilmar Mendes. Eduardo Pazuello telefonou e pediu trégua ao ministro que acusou o Exército de ser cúmplice de um genocídio. Mas enquanto Pazuello cumpria ordens determinadas pelo novo normal de Bolsonaro, o Ministério da

GILMAR MENDES APONTA OS CÚMPLICES DO GENOCÍDIO

A grande imprensa se acovardou e escondeu nos cantos dos sites a declaração de Gilmar Mendes sobre a cumplicidade dos militares com a matança da pandemia. O ministro passa a ser o autor da mais corajosa declaração feita por uma autoridade do Judiciário a respeito do conluio das Forças Armadas com os desatinos de Bolsonaro.

OS HOMENS DE BOLSONARO BLEFAM E RECUAM

Dois recuos do governo que provam que Bolsonaro blefa até na ameaça de golpe e ainda tenta ensinar seus subalternos a também blefarem. E todos fracassam como blefadores. Hoje, o governo não teve apenas duas revogações no mesmo dia. Teve duas derrotas de dobrar os joelhos. A primeira foi a desistência de transferir R$ 83,9

ARMAS E MORTES

Um general e ministro da Saúde é apontado como mandante da tentativa de manipulação do número de mortes da pandemia. E Eduardo Bolsonaro infiltra-se no Exército para defender os interesses da indústria armamentista americana. São as manchetes dos jornais hoje, terríveis para a imagem das Forças Armadas. A tentativa de esconder as mortes é parte

WANDERSON NÃO AGUENTOU

A saída do secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson Oliveira, da equipe do combate à pandemia é mais do que a perda de um servidor público de carreira em meio a tanta gente que agora não tem relação nenhuma com a área. Perde-se a figura que representava o mais importante e mais destemido dos profissionais