Moraes e Mendes podem nos pegar, companheiro?

Pautas complexas, como essa provocada por Gilmar Mendes ao decidir que todo pedido de impeachment de ministro do Supremo deve passar pela PGR, também permitem sínteses esclarecedoras. A seguir, uma síntese possível. Vamos supor, como em qualquer outra controvérsia que divida o Brasil, que metade do país esteja com Gilmar Mendes e a outra metade

Gilmar Mendes tira a bandidagem do Congresso da toca

Gilmar Mendes fez o que até boa parte da esquerda se nega a admitir. O jogo pesado contra o fascismo de facções, golpistas, vigaristas, milicianos e todo tipo de bandidagem do Congresso não será vencido com a conversinha de senhores de (falsos) punhos rendados de um mundo liberal imaginário de uma democracia bonitona, que na

O Supremo é um perigo para um Congresso de facções e vigaristas

Dizem que é perigoso deixar que o Supremo continue ‘legislando’, como fez agora Gilmar Mendes ao restringir à Procuradoria-Geral da República o direito de pedir o impeachmet de ministros do STF. Eu digo que hoje o Supremo é muitas vezes melhor ‘legislador’ do que o Congresso. Um milhão de vezes. O Congresso aplicou o golpe

Sergio Moro está em fogo alto na frigideira do STF

(título) Sergio Moro agarra-se à justiça de Deus para enfrentar Gilmar Mendes Sergio Moro faz parte de uma turma que se renova, de tempos em tempos, com figuras que se consideram ou se consideravam inalcançáveis. Polícia, Ministério Público e Judiciário ralam muito para enquadrá-los, mas muitos escapam. Aécio Neves sempre escapou, Arthur Lira está escapando,

Os evangélicos podem ameaçar ministros do Supremo?

A resposta à pergunta do título acima é sim. No sentido de que sentem ter poder para tanto, e não que devam ameaçar, ou que tenham esse direito. Líderes religiosos podem quase tudo. E agora podem renovar suas ameaças, desta vez em reposta à inclusão de Silas Malafaia no inquérito que trata das agressões golpistas

A intriga da Folha e a resposta de Gilmar Mendes

A manchete da Folha contra Alexandre de Moraes, com uma ‘notícia’, sem fontes, sobre o desgaste do ministro dentro do Supremo, surtiu efeito. A extrema direita comemorou, porque Moraes é o alvo declarado de Eduardo Bolsonaro e dos que se apoderaram das mesas da Câmara e do Senado. Monica Bergamo, de quem ninguém esperava esse

Globo trata Gilmar e Barroso como merecedores de mimo do neofascismo

Informação da colunista Bela Megale, em tom depreciativo na capa do Globo: “Eduardo Bolsonaro tenta excluir Barroso e Gilmar de sanções dos EUA e fazer gesto ao STF” A jornalista informa: “A Lei Magnitsky (que seria a sanção contra Alexandre de Moraes) permite aos EUA impor sanções econômicas aos ministros, como bloqueio de contas bancárias

A ameaça que pode complicar a vida de Eduardo

Eduardo Bolsonaro pode estar na situação do rato que entrou na guampa, depois do mais recente vídeo ameaçador. O sujeito decidiu ameaçar Gilmar Mendes e a esposa do ministro, dona Guiomar, citando o nome da ameaçada. É jogada de alto risco. O foragido pergunta, ao ameaçar também Cristiano Zanin, se há no Supremo “autoridades racionais,

Estadão avisa: nós sabemos quem são vocês e o que andam fazendo

O Estadão faz com Gilmar Mendes o que já havia feito com Alexandre de Moraes. Quando o ministro enquadrou Elon Musk, o Estadão deu de manchete, no dia 31 de agosto: “Quem é quem no gabinete de Alexandre de Moraes, ministro do STF que mandou suspender o X” Hoje, a manchete do Estadão é essa:

O justiceiro finalmente será contido por causa de uma briga pessoal?

Sergio Moro será processado por ter caluniado Gilmar Mendes. Como hoje está em desvantagem, pode ser condenado. Mas e daí, o que isso significa para os mortais que acompanham a briga aqui da parte debaixo da colina? Não significa nada, apesar de ter virado manchete dos jornais. Num país em que o sistema de Justiça